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Vazio sanitário do algodão começa em Mato Grosso

O vazio sanitário do algodão teve início em Mato Grosso. Nada pode ser plantado durante 60 dias e quem não cumprir a regra leva multa. A medida fitossanitária busca diminuir a proliferação de pragas e doenças na cultura na próxima safra, que tem expectativa de aumento de área plantada.

No primeiro dia de outubro, a proibição teve início nas regiões de Campo Verde, Rondonópolis e Primavera do Leste. Por lá, a ausência de plantas vivas segue até 30 de novembro. Na última terça-feira, 15, foi a vez das regiões de sorriso, Lucas do Rio Verde e Sapezal, onde o vazio segue até 14 de dezembro.

Segundo o presidente do Sindicato Rural de Sorriso, Tiago Stefanello Nogueira, o algodão tem sido uma alternativa para os produtores da região e ganha cada vez mais espaço. Para a próxima safra a previsão é de crescimento da área destinada à cultura. De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), as lavouras devem avançar 2%, chegando a quase 1,140 milhão de hectares cultivados.

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Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.

O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.

De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.

“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.

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Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.

Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:

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