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Projeto de estudantes de MT mostra o coco da palmeira babaçu como alternativa de renda

Estudantes da Escola Técnica Estadual de Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá, foram premiados na Semana Nacional da Ciência e Tecnologia, em Cuiabá. Eles fizeram um projeto que mostra o coco da palmeira babaçu como alternativa de renda.

A planta muito comum na região norte e centro-oeste do Brasil serve de matéria-prima para mais de 60 produtos diferentes.

O projeto faz parte dos 40 projetos selecionados durante a XI Mostra Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, realizada entre os dias 22 e 25 de outubro, que aconteceu simultaneamente ao evento.

O tema deste ano ‘Bioeconomia: Diversidade e Riqueza para o Desenvolvimento Sustentável’ propõe uma economia focada na utilização de recursos de base biológica, recicláveis e renováveis.

Segundo Lígia Antônia, aluna idealizadora do projeto, a ideia surgiu a partir da conciliação do tema da feira com o conhecimento tradicional, técnico e científico dos estudantes.

“O babaçu já é utilizado nas comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas e rurais, então a partir da feira nós tivemos a ideia de trazer esse recurso aliando ao objetivo da feira, aproveitando o que já se tem na natureza como fonte de alimento e geração de renda de maneira sustentável. O mais importante é que nós podemos obter esses produtos sem derrubar a palmeira, valorizando a espécie”, explica a estudante.

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Além do título para a escola, a estudante garantiu um notebook e uma bolsa de estudos para aperfeiçoar a ideia criativa.

Dentre algumas das utilidades do babaçu, Lígia destacou a amêndoa, muito utilizada para produção de óleo empregada na indústria alimentícia, cosméticas e farmacêuticas.

A estudante de descendência indígena pretende repassar seus ensinamentos e colocar o projeto em prática.

“A casca do fruto dá para fazer adubo orgânico, a poupa e a farinha para nós e para a alimentação animal, além de propriedades medicinais; o resíduo que sobra do processo vira carvão”, conta.

A diretora da escola, Carla de Fátima, ficou emocionada com o prêmio e parabenizou os estudantes. “A escola está muito honrada em receber pela quarta vez consecutiva o prêmio. Nosso foco é o conhecimento. O projeto e o conhecimento não param por aqui”, diz.

G1

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Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.

O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.

De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.

“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.

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Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.

Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:

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