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Professores vão parar por 24h e podem decretar greve geral

Os professores e trabalhadores da área administrativa da rede estadual de educação de Mato Grosso aprovaram “estado de greve” durante a assembleia geral da categoria que na tarde de segunda-feira (04), na Escola Estadual Presidente Médici, em Cuiabá. A medida foi tomada por causa do pacote anticrise sancionado pelo Governo Mauro Mendes (DEM), que ‘congelou’ alguns direitos do funcionalismo público.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep), Valdeir Pereira, explicou que com o estado de greve, uma paralisação geral dos trabalhadores pode ser deflagrada a qualquer momento: “Estamos em alerta máximo”.

Segundo ele, a greve só não foi deflagrada ainda porque há um entendimento de que o movimento precisa envolver todos os servidores do Estado, assim como aconteceu em 2016, quando houve a greve geral do funcionalismo público pela falta de pagamento da Revisão Geral Anual (RGA).

Na assembleia, os professores também definiram uma paralisação com ato público programado para o próximo dia 12 de fevereiro. Outras categorias, como os servidores da Saúde, também já aprovaram em suas respectivas assembleias a adesão ao movimento.

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Valdeir ressaltou que a greve será inevitável caso o Governo continue avançado “com a retirada de direitos” e caso se concretize o não pagamento da RGA de 2018, através do pacote de medidas fiscais para equilibrar as contas do Estado que apresenta um déficit de R$ 3,9 bilhões entre dívidas e restos a pagar.

O pacote em questão se trata de um conjunto de leis que propõem a concessão da RGA apenas com dinheiro em caixa; Reforma Administrativa com extinção de secretarias e três mil cargos comissionados; Lei de Responsabilidade Fiscal do Estado (LFR); e o aumento da alíquota de contribuição da Previdência Social dos servidores de Mato Grosso, o MT-PREV.

O professor enfatiza que a medidas austeras atacam frontalmente os direitos dos servidores públicos estaduais, além de não resolver efetivamente a crise financeira.

A assembleia do Sintep reuniu 700 trabalhadores que representaram 104, dos 141 municípios do Estado.

A última grande greve dos professores aconteceu em 2016 e envolveu 90% das 748 unidades de ensino da rede estadual. O movimento durou dois meses e também reivindicava o pagamento da RGA daquele período.

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Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.

O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.

De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.

“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.

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Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.

Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:

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