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JBS Friboi vai paralisar temporariamente frigoríficos em MT

A empresa JBS Friboi anunciou que vai paralisar as atividades de abates de bovinos em pelo menos onze plantas no país. Ao menos três dessas plantas estão em Mato Grosso, seriam as dos municípios de Alta Floresta, Colíder e Confresa.

As plantas selecionadas não têm habilitação para exportar para a China, que foi o principal mercado da carne mato-grossense em 2019, cujas exportações registraram recordes históricos.

Em nota enviada ao LIVRE, a empresa confirmou a informação e disse que a medida faz parte do planejamento de produção da empresa. “A Friboi irá conceder férias coletivas em onze de suas unidades. A medida faz parte do planejamento de produção da empresa para este período do ano. As unidades retomam as atividades na primeira quinzena de janeiro”, diz trecho do comunicado.

Os detalhes específicos  de cada região, como o impacto no número de abates em Mato Grosso e capacidade das plantas que serão paralisadas, não foram fornecidos pela empresa. “Não comentaremos sobre detalhes”. O fato é que hoje a JBS é responsável por cerca de 30% dos abates de bovinos fiscalizados pelo pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF).

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O LIVRE também questionou sobre a justificativa dessa tomada de decisão, mas a JBS Friboi preferiu não comentar.

Pressionando o mercado

A estratégia adotada pela JBS pode acelerar o retorno dos preços da arroba do boi a patamares mais “tradicionais”. Segundo fontes do jornal Valor Econômico, a medida visa “proteger as margens”, uma vez que os negócios de carne bovina da JBS no país dependem do mercado interno se comparados a outros concorrentes.

Nos atuais preços do boi gordo, e principalmente com os preços recordes de R$ 230/@ registrados em novembro último, as contas dos abatedouros que concentram as vendas no Brasil não fecham.

A paralisação em Mato Grosso deve começar na próxima semana e, segundo a empresa, já foi adotada em anos anteriores durante o período de festas entre o Natal e Ano Novo.

O Livre

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Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.

O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.

De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.

“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.

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Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.

Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:

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