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Índios em Tangará ficam sem atendimento após saída de cubano que era o único médico de aldeia em MT

Aldeia Formoso, em Tangará da Serra — Foto: TVCA/ ReproduçãoOs indígenas da aldeia Formoso, em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá, estão sem atendimento médico, desde a saída de um profissional cubano do programa Mais Médicos. Tangará da Serra era o município de Mato Grosso com maior número de cubanos e os 15 deixaram o município.

O Secretário Municipal de Saúde informou que médicos contratados pela prefeitura darão suporte às aldeias em dois dias da semana. A Secretaria Estadual de Saúde ainda não se manifestou sobre a contratação de médicos pelo programa.

Com fortes dores e sem movimentar o braço esquerdo, Marina Okenazokaero, de 47 anos, da etnia Paresi, de 47 anos, tem uma infecção na pele e precisa de tratamento com medicamentos, mas não consegue pela falta de médico na aldeia.

O curativo é improvisado e só pra proteger. “Vai fazer duas semanas que estou com esse problema. Não consigo fazer nada, não estou comendo nada, com febre constante e muita fraqueza, sem medicamento, sem nada, sem médico. Se tivesse médico já tinha chamado para me atender, mas não tem”, reclamou.

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Marina é um dos mais de 200 indígenas da aldeia que estão sem atendimento há quase dois meses.

Kelcimara Enaizokaerace, da mesma etnia, afirmou que se sente preocupada com a saúde indígena e que a situação piorou muito com a saída dos cubanos.

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Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.

O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.

De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.

“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.

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Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.

Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:

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