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Famílias de baixa renda em MT gastam 7 vezes menos com comida que mais ricos

As famílias de Mato Grosso com renda de até dois salários mínimos, o que corresponde a R$ 1.908, gastam por mês 7 vezes menos com alimentação que aquelas com rendimento de mais de 25 salários mínimos, ou seja, R$ 23.850. Entre os mais pobres, se gasta, em média, R$ 306,14 com comida por mês. Já entre os mais ricos essa desse item consome R$ 2.159.

Os dados constam na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa também revela que nas famílias de baixa renda os gastos com a casa e alimentação correspondem a 58,1% do orçamento, já para quem tem renda de mais de R$ 23 mil, esses dois itens consomem apenas 26,7% da renda.

Na hora de ir ao mercado, ganhar mais faz diferença não só na quantidade comprada, mas também nos tipos de itens que se coloca no carrinho. Por exemplo, as famílias de menor poder aquisitivo gastam uma média de R$ 16,87 com leite e derivados, o que corresponde a 5,5% do valor gasto com alimentos no mês. Entre os de classe alta de Mato Grosso, se gasta cerca de R$ 308,61 com esse tipo de produto, o que significa 14,3% do total das despesas com alimentação.

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Segundo a pesquisa, Mato Grosso tem 251 mil famílias com renda de até dois salários mínimos e 35 mil famílias com renda superior a R$ 23 mil. A faixa de renda com o maior número de agrupamentos afetivos é de R$ 2.862 a R$ 5.724, com 387 mil famílias.

Comer fora de casa corresponde a 46,6% dos gastos dos mais ricos com alimentação, o que significa R$ 1.005,34. Nas famílias de baixa renda, é gasto, em média R$ 88,38 com alimentação fora de casa, o que corresponde a 28,9% das despesas com comida.

R7

 

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Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.

O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.

De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.

“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.

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Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.

Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:

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