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Falta de verba do governo afeta unidades da Apae em Mato Grosso

Pais de crianças excepcionais estão preocupados com a falta de dinheiro para manter as Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) em Mato Grosso.

Em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá, a unidade já comunicou aos pais que deve demitir funcionários e parar o transporte escolar.

O motivo é a falta de repasse do governo de Mato Grosso. O dinheiro para manter o atendimento nesse ano ainda não chegou.

As unidades da Apae, geralmente, são mantidas por três repasses: dinheiro que vem do município, repasse estadual que ainda não chegou, e por doações da comunidade e outras instituições.

Essa é a verba principal que mantém o atendimento em boa parte dessas instituições.

Em Tangará a Apae atende mais de 260 alunos especiais e 60 funcionários. A direção quer evitar o risco de endividamento.

Em Mato Grosso, as Apaes atendem aproximadamente 5 mil alunos. São 67 unidades espalhadas em todas as regiões de Mato Grosso.

Alta Floresta

Em Alta Floresta, a 800 km de Cuiabá, a Apae também pode parar. A unidade atende aproximadamente 100 alunos crianças com Síndrome de Down, autistas, com deficiência mental, com deficit de aprendizagem, entre outros.

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A Federação das Apaes em Mato Grosso informou que aguarda negociações com o governo para a liberação de recurso.

Barra do Garças

A Apae de Barra do Garças, a 218 km de Cuiabá, também está com dificuldades. A unidade está atendendo apenas com os funcionários cedidos para a prefeitura.

Primavera do Leste

A diretoria da instituição da Apae de Primavera do Leste, a 239 km de Cuiabá, disse que a entidade beneficente aguarda o repasse de um montante de R$ 101 mil para realizar o pagamento dos profissionais, compra de material didático e outros custos de dentro da entidade.

A situação já acarretou um grande déficit para a associação e, hoje, agricultores e comerciantes da região contribuem para amenizar a falta de dinheiro.

São 140 alunos com necessidades especiais atendidos.

Outro lado

Em nota o governo de Mato Grosso informou que em 2017 foi firmado convênio com a Apae de Tangará da Serra que vigorou até 31 de dezembro de 2018.

Por meio desse convênio a Secretaria de Educação (Seduc) repassou R$ 720 mil à instituição, divididos em quatro parcelas de R$ 180 mil.

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O convênio para 2019 e 2020 ainda não foi firmado. A Seduc elaborou um documento ao Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Estado (Condes), destacando a importância dos convênios com as Apaes, e aguarda uma decisão do conselho.

G1

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Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.

O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.

De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.

“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.

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Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.

Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:

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