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Desmatamento da Amazônia em Mato Grosso equivale a 14,5 campos de futebol

Em junho deste ano, houve o desmatamento de 140 km² da área correspondente à Amazônia Legal em Mato Grosso. Com isso, o estado fica em 4º lugar, atrás apenas do Amazonas, Pará e Rondônia. Os dados são Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD).  A área desmatada corresponde a 14,5 campos de futebol.

A Amazônia Legal é o nome dado pelo governo brasileiro a uma determinada área da Floresta Amazônica que pertence ao Brasil. Além de Mato Grosso, Acre, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantis e Maranhão também entram na denominação.

Colniza (1.065 km a noroeste de Cuiabá) é um dos municípios considerados críticos pelo levantamento. Neste mês, foram 18 km² de área desmatada, correspondente a 2,5 campos de futebol.

Apesar da maioria dos desmatamentos terem sido em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse, foi registrado desmatamento também em área indígena, como Piripkura, com 0,4 km² de território desmatado, e em assentamento como o Japuranomann, com 2 km² desmatados.

Segundo o levantamento, contudo, há uma redução de 31% se comparado à análise feita do mesmo período de 2018, com redução de 368 km² da área total desmatada.

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Com relação à degradação das florestas, Mato Grosso figura em segundo da lista, com 8 km² de floresta degradada, o que corresponde a 17% do território total. O primeiro colocado é Roraima, com 27 km² desmatados.

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Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.

O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.

De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.

“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.

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Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.

Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:

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