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Agro Notícias

“O Senar me abriu as portas do agronegócio”, diz egressa de curso técnico

Zaida Lucena, técnica de campo do Senar

Os cursos técnicos do Senar, vem mudando perspectivas dentro do agro e ninguém melhor para falar a respeito do que quem vivencia no dia a dia isso. A técnica de campo do Senar, Zaida Lucena, a produtora, Maria do Socorro e o produtor Guimarim Sales falaram um pouco sobre suas experiências com as capacitações.

Zaida é engenheira agrônoma e foi uma das pioneiras no curso técnico em agronegócio pelo Senar e diz ter encontrado o curso em boa hora. “Eu estava precisando renovar os meus conhecimentos e o curso chegou na hora certa. Quando terminei o curso, ingressei no Senar pelo processo seletivo e comecei a trabalhar na ATeG. Pretendo fazer o curso de fruticultura e deixo uma dica pra vocês, se inscrevam nos cursos técnicos, porque é uma boa oportunidade”, disse ela.

Quem também teve uma boa experiência com o técnico em agronegócio foi Maria do Socorro, que concluiu o curso em dezembro de 2021. Ela conta que a capacitação mudou sua visão sobre a área e que escolheu o técnico do Senar pela necessidade de agregar conhecimento gerencial com outras técnicas ao seu empreendimento.

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“O Senar me abriu as portas do agronegócio. Aquela visão tradicional que eu tinha mudou completamente, porque no Senar aprendi a semelhança entre uma fábrica e uma propriedade rural. Elas não são diferentes em termos de gestão, e as pequenas propriedades também necessitam ter uma gestão eficiente e incorporar novas tecnologias para serem rentáveis e sobreviverem no mercado”, comenta.

Guimarim reside no sítio Triunfo no município de Alagoa Grande e além de ser produtor, cursa agronomia e faz os cursos técnicos em Agronegócio e Fruticultura pelo Senar.

“Quando resolvi tornar a minha propriedade produtiva, busquei os cursos técnicos em Agronegócio e Fruticultura pelo Senar, que é o lugar ideal para adquirir capacitação de qualidade. Só tenho a elogiar tanto os cursos, quanto o nível de ensino dos professores. Sou muito grato ao Senar, indico e recomendo a qualquer produtor que queira melhorar a sua atividade”, enfatiza.

Poliana Queiroz, Gerente do Departamento de Educação Formal

A Gerente do Departamento de Educação Formal, Poliana Queiroz comentou sobre os feedbacks que costuma receber tanto dos alunos quanto dos egressos dos cursos técnicos.

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“Ficamos muito felizes em poder participar da vida de tantas pessoas e saber que, o nosso trabalho vem transformando realidades. Durante o curso, nossos alunos já começam a aplicar os conhecimentos em suas atividades profissionais e compartilham tudo com a gente. Sempre recebemos mensagens tanto de alunos, como de egressos, com relatos de colocação profissional, de sonhos que se transformaram em realidade”, finaliza.

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Fonte: CNA Brasil

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Agro Notícias

Safra de soja em MT chega a 51,56 milhões tonelada

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou os resultados da etapa soja do projeto Imea em Campo, que revisou para cima as estimativas da safra 2025/26 em Mato Grosso e passou a projetar produção recorde de 51,56 milhões de toneladas.

A nova projeção também elevou a produtividade média estadual para 66,03 sacas por hectare, patamar muito próximo do recorde da temporada anterior.

O levantamento foi realizado ao longo de 71 dias, com 34.880 quilômetros percorridos, 998 avaliações de campo e passagem por 103 municípios, cobrindo 97,92% da área total cultivada com soja no estado. O objetivo do projeto, realizado em parceria com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) e o Instituto Mato-grossense do Agronegócio (Iagro MT), é ampliar a precisão das informações geradas a partir de observações in loco, reforçando a representatividade dos dados e a leitura regional das lavouras.

Com base nos resultados obtidos em campo, o Imea revisou a produtividade da soja em 9,23% ante a estimativa anterior, que era de 60,45 sacas por hectare. A área plantada também foi ajustada para 13,013 milhões de hectares, alta de 1,71% sobre a safra passada. Com isso, a produção estadual ficou estimada em 51,56 milhões de toneladas, volume 1,31% superior ao registrado no ciclo 2024/25.

Durante a apresentação, a equipe técnica destacou que a safra 2025/26 foi marcada por um cenário climático desafiador, com irregularidade das chuvas no início do plantio e, posteriormente, excesso de precipitações em algumas regiões durante a colheita. Ainda assim, as lavouras mantiveram desempenho satisfatório, apesar das incertezas observadas ao longo da temporada.

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Entre os fatores de atenção levantados pelo projeto, os grãos avariados tiveram peso relevante. Na comparação com a safra passada, houve aumento de 3,40% nas avaliações com esse tipo de ocorrência, o que, segundo a análise apresentada, limitou um avanço ainda maior da produtividade estadual.

No recorte regional, a região Norte apresentou o maior percentual de lavouras classificadas como excelentes, enquanto o Sudeste concentrou a maior parcela de áreas avaliadas como ruins. Já a região Oeste foi a principal responsável pelo incremento na produção, enquanto a Centro-Sul registrou a maior variação positiva de produtividade em relação à estimativa anterior.

O superintendente do Imea, Cleiton Gauer, ressaltou que o objetivo do projeto é consolidar um levantamento técnico, completo e representativo das condições das lavouras, oferecendo mais segurança para o mercado e para os agentes do setor.

“O diferencial do projeto está na apuração presencial, sem intermediários, diretamente no campo. É ir a campo e medir essas informações sem intermédio, sem interferência de ninguém. Isso dá mais garantia e maior acurácia a essas informações para que realmente a gente consiga quantificar e medir o tamanho da nossa produção mato-grossense”, afirmou o superintendente.

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Já o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, destacou que informações mais próximas da realidade ajudam a balizar negociações, reduzem espaço para especulações e valorizam o trabalho do produtor rural.

“Essa apresentação mostra o trabalho dessa parceria. O Imea tem sido muito assertivo nos últimos anos nos números que tem trazido a nós, produtores, e ao mercado, trazendo mais seriedade e coerência nesse fornecimento de dados, que também interfere diretamente no dia a dia do produtor, principalmente na projeção de preços e no planejamento para as próximas safras”, explicou o presidente da Aprosoja MT.

Segunda safra de milho segue dependente do comportamento do clima

Além dos números da soja, o evento também apresentou um panorama inicial da segunda safra de milho. O Imea informou que 1,17 milhão de hectares foram semeados fora da janela ideal de plantio no estado. Apesar disso, a estimativa atual do cereal segue em 51,72 milhões de toneladas, com área de 7,39 milhões de hectares e produtividade projetada em 116,61 sacas por hectare. Segundo o instituto, o comportamento das chuvas nas próximas semanas será decisivo para a consolidação desse potencial.

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