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Agro Notícias

Cursos técnicos de Zootecnia, Fruticultura e Agronegócio seguem com calendário de aulas

Os cursos técnicos de Zootecnia, Fruticultura e Agronegócio seguem com o calendário de aulas nos polos de ensino espalhados pelo interior do estado. Um deles fica em Penedo, no baixo São Francisco, que nesse sábado recebeu uma visita técnica da equipe do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural em Alagoas (Senar/AL).

A secretária escolar Andréa Almeida e a analista de Controle Interno Adriana Loiola estiveram no município para conversar com os alunos e professores sobre o andamento das aulas, que estão sendo realizadas com toda a estrutura necessária na Escola Municipal Manoel Soares de Melo.

As duas estiveram acompanhadas do presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Penedo, Murilo Rezende. Ele aproveitou a visita técnica para reforçar entre os alunos a importância de se dedicarem aos cursos para que possam ingressar no mercado de trabalho com a qualificação adequada à sua área.

“É importante que todos aproveitem essa oportunidade porque os recursos são destinados justamente para a qualificação deles. Portanto, eles não devem deixar de frequentar as aulas. O Sistema [CNA/Senar] investe nessa mão de obra para que, posteriormente, possa ser absorvida pelo agronegócio”, diz Rezende.

“Os alunos têm toda a estrutura necessária para assistirem as aulas, com material didático de qualidade. Tudo isso é possível graças aos recursos disponibilizados pelos produtores rurais. Afinal, somos os responsáveis por alimentar o planeta”, completa.

A equipe do Senar lembrou aos alunos que, após a conclusão dos cursos, todos receberão um diploma atestando a formação numa das três áreas da rede Etec
A equipe do Senar lembrou aos alunos que, após a conclusão dos cursos, todos receberão um diploma atestando a formação numa das três áreas da rede Etec

A secretária escolar Andréa Almeida lembra aos alunos que, após a conclusão dos cursos, todos receberão um diploma atestando a formação numa das três áreas da rede Senar Etec.

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“É importante destacar que estamos falando de um diploma, e não de um certificado. Ou seja, é algo que tem ainda mais peso para a carreira dessas pessoas. Elas se tornarão profissionais que podem no futuro virem a ser instrutores do Senar”, observa.

Já a analista de Controle Interno Adriana Loiola reforçou entre os alunos que o Senar Alagoas está à disposição das turmas para sanar dúvidas e repassar mais informações sobre os cursos técnicos. “Também reforcem entre os demais alunos e colegas a necessidade de assistirem as aulas e seguir o calendário de atividades dos cursos”, diz.

Edmara Ramos Melo é aluna do curso de Fruticultura. Ela tem formação em Engenharia de Pesca e mestrado em Meteorologia e decidiu ingressar no curso técnico do Senar para complementar suas qualificações.

“Minha ideia é buscar conhecimento para orientar o produtor rural, mas de maneira que o curso de Fruticultura e minha formação em Meteorologia possam ‘conversar’ entre si”, diz ela.

Os cursos técnicos também atraíram a atenção da aluna Rosemilda Gardênia Lima Torres, que planeja dar uma guinada na carreira profissional. Hoje ela é técnica esteticista e cabeleireira, mas decidiu cursar Agronegócio logo que soube da abertura das inscrições pelo Senar.

“Como eu já exerço atividade no Sindicato Rural de Penedo, vi na área de Agronegócio uma nova oportunidade. Não tenho propriedade rural, mas minha ideia é ajudar o produtor na parte administrativa e por isso eu escolhi o Agronegócio”, diz.

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Aprendizado

José Vandisson, aluno de Zootecnia, destaca a didática de aula dos professoresJosé Vandisson dos Santos, aluno de Zootecnia, destaca a didática de aula dos professores, que segundo ele conseguem transmitir o conteúdo das disciplinas para a turma.

“A expectativa agora é para a realização das aulas práticas. Até lá, eu também sigo assistindo as aulas online também”, conta. Ele é técnico agrícola e dá instrutoria ao Senar no curso de Mecanização Agrícola.

“O desafio é conciliar as horas de estudo com as horas de trabalho, mas como boa parte do curso é online, então tenho conseguido estudar e manter o conteúdo em dia”, revela. “Moro no Assentamento Sol Nascente, em Sergipe, e lá tem sinal de wifi para acessar internet e as aulas”, diz.

Os cursos são direcionados para os aprovados no processo seletivo da rede Senar Etec, que disponibilizou 325 vagas no início do ano.

São cursos semipresenciais e com 20% da carga horária com aulas nos polos de apoio dos municípios contemplados no edital: Minador do Negrão, Arapiraca, Penedo, Mar Vermelho, Major Izidoro, Delmiro Gouveia, Olho D´Água das Flores, Junqueiro e Palmeira dos Índios.

Foram iniciadas nove turmas em março deste ano, e cinco delas são para técnico em Zootecnia, curso recém lançado pelo Senar com 125 vagas.

Fonte: CNA Brasil

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Safra de soja em MT chega a 51,56 milhões tonelada

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou os resultados da etapa soja do projeto Imea em Campo, que revisou para cima as estimativas da safra 2025/26 em Mato Grosso e passou a projetar produção recorde de 51,56 milhões de toneladas.

A nova projeção também elevou a produtividade média estadual para 66,03 sacas por hectare, patamar muito próximo do recorde da temporada anterior.

O levantamento foi realizado ao longo de 71 dias, com 34.880 quilômetros percorridos, 998 avaliações de campo e passagem por 103 municípios, cobrindo 97,92% da área total cultivada com soja no estado. O objetivo do projeto, realizado em parceria com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) e o Instituto Mato-grossense do Agronegócio (Iagro MT), é ampliar a precisão das informações geradas a partir de observações in loco, reforçando a representatividade dos dados e a leitura regional das lavouras.

Com base nos resultados obtidos em campo, o Imea revisou a produtividade da soja em 9,23% ante a estimativa anterior, que era de 60,45 sacas por hectare. A área plantada também foi ajustada para 13,013 milhões de hectares, alta de 1,71% sobre a safra passada. Com isso, a produção estadual ficou estimada em 51,56 milhões de toneladas, volume 1,31% superior ao registrado no ciclo 2024/25.

Durante a apresentação, a equipe técnica destacou que a safra 2025/26 foi marcada por um cenário climático desafiador, com irregularidade das chuvas no início do plantio e, posteriormente, excesso de precipitações em algumas regiões durante a colheita. Ainda assim, as lavouras mantiveram desempenho satisfatório, apesar das incertezas observadas ao longo da temporada.

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Entre os fatores de atenção levantados pelo projeto, os grãos avariados tiveram peso relevante. Na comparação com a safra passada, houve aumento de 3,40% nas avaliações com esse tipo de ocorrência, o que, segundo a análise apresentada, limitou um avanço ainda maior da produtividade estadual.

No recorte regional, a região Norte apresentou o maior percentual de lavouras classificadas como excelentes, enquanto o Sudeste concentrou a maior parcela de áreas avaliadas como ruins. Já a região Oeste foi a principal responsável pelo incremento na produção, enquanto a Centro-Sul registrou a maior variação positiva de produtividade em relação à estimativa anterior.

O superintendente do Imea, Cleiton Gauer, ressaltou que o objetivo do projeto é consolidar um levantamento técnico, completo e representativo das condições das lavouras, oferecendo mais segurança para o mercado e para os agentes do setor.

“O diferencial do projeto está na apuração presencial, sem intermediários, diretamente no campo. É ir a campo e medir essas informações sem intermédio, sem interferência de ninguém. Isso dá mais garantia e maior acurácia a essas informações para que realmente a gente consiga quantificar e medir o tamanho da nossa produção mato-grossense”, afirmou o superintendente.

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Já o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, destacou que informações mais próximas da realidade ajudam a balizar negociações, reduzem espaço para especulações e valorizam o trabalho do produtor rural.

“Essa apresentação mostra o trabalho dessa parceria. O Imea tem sido muito assertivo nos últimos anos nos números que tem trazido a nós, produtores, e ao mercado, trazendo mais seriedade e coerência nesse fornecimento de dados, que também interfere diretamente no dia a dia do produtor, principalmente na projeção de preços e no planejamento para as próximas safras”, explicou o presidente da Aprosoja MT.

Segunda safra de milho segue dependente do comportamento do clima

Além dos números da soja, o evento também apresentou um panorama inicial da segunda safra de milho. O Imea informou que 1,17 milhão de hectares foram semeados fora da janela ideal de plantio no estado. Apesar disso, a estimativa atual do cereal segue em 51,72 milhões de toneladas, com área de 7,39 milhões de hectares e produtividade projetada em 116,61 sacas por hectare. Segundo o instituto, o comportamento das chuvas nas próximas semanas será decisivo para a consolidação desse potencial.

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