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Saúde

Diamantino já vacinou 25% da população contra a Covid-19

Diamantino ultrapassou a marca de 25% de sua população vacinada com a primeira e a segunda doses do imunizante contra a Sars-Cov-2, vírus causador da Covid-19. Até a tarde desta terça-feira (15.06), segundo informações extraídas do vacinometro, foram inoculadas o total de 5.571 doses na população.

De acordo com dados obtidos no portal de transparência, o município recebeu 6.325 doses de imunizantes contra a covid-19, sendo aplicadas 3.999 injeções de primeira dose e 1.572 segundas doses, seguindo diretrizes e instruções do PNI – (Plano Nacional de Imunização) que definiu a sequência dos como grupos prioritários, tendo início com os profissionais da saúde.

Os idosos institucionalizados, idosos com idade igual ou superior a 60 anos, profissionais de segurança pública e salvamento e pessoas com comorbidades fazem parte dos grupos prioritários, sendo nesta semana incluídos as gestantes e puérperas que tenham indicação vacinal expedida por laudo médico.

Nesta semana o Governo de Diamantino, convoca nos dias 16 e 17 de junho, pessoas que se encaixam nos grupos prioritários que têm direito a vacina contra o novo coronavírus e não compareceram para que se dirijam aos postos de saúde para se imunizarem contra a Sars-Cov-2, vírus causador da Covid-19.

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Os moradores de Diamantino que integram os grupos prioritários da vacinação contra a covid-19, mas que ainda não receberam as doses, devem comparecer nos dias 16 e 17 de junho nos locais de imunização, conforme alerta da Secretária Municipal de Saúde e Vigilância Sanitária.

Nos postos de saúde, a aplicação é das 07:00 às 17 horas. Apesar do chamado, não há necessidade de correria, ninguém precisa ir aos chegar aos locais antes do horário inicial nem agendar a ida, pois a Secretaria de Saúde garante que há vacinas para estes públicos.

A convocação para o dia 16 de junho para o recebimento de 1ª e 2ª doses nos postos de saúde é para os seguintes públicos:

Idosos com idade igual ou acima de 60 anos
Profissionais da saúde
Já no dia 17 de junho, nos salões da Igreja Imaculada Conceição (Matriz) localizada no Centro de Diamantino e na Igreja São Cristóvão no Novo Diamantino, serão imunizados com a 1ª ou 2ª dose do imunizante da Pfizer os seguintes públicos:

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Profissionais da educação básica de ensino de Diamantino
Gestantes e puérperas que tenham o atestado de comorbidade e indicação vacinal assinada por médico responsável.
Todas as vacinas recebidas para imunização contra a covid-19, tem origem no Ministério da Saúde e são fabricadas pelas farmacêuticas Sinovac/Coronavac, FioCruz/AstraZeneca e Pfizer.

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Saúde

MT deve registrar 520 novos casos de câncer colorretal por ano até 2028

O mês de março é tomado pela cor azul-marinho com o objetivo de alertar toda a sociedade para o câncer colorretal (intestino e reto), um dos tumores mais incidentes e uma das maiores taxas de mortalidade do país, que deve registrar 26.270 novos casos da doença por ano no triênio de 2026-2028.

Só em Mato Grosso, são estimados 520 novos casos anuais deste tipo de neoplasia no mesmo período, conforme estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, durante o mutirão do “Dia E – Ebserh em Ação”, vinculado ao programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS), o Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), alerta para importância de exames de colonoscopia.

A iniciativa também faz parte do “Março Azul-Marinho”, uma campanha de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer colorretal. Durante o mutirão, realizado neste dia 21, caso seja identificada alguma doença durante os exames, os pacientes passam a ser acompanhados pelo serviço de coloproctologia.

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“Realizamos uma consulta de triagem no dia do mutirão e depois realizaremos consulta dando o feedback sobre o resultado do exame e seguimento”, disse a residente R5 de Coloproctologia, Maristella Nery.

O QUE É – O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Atualmente, já figura como o segundo tipo de tumor mais frequente entre homens e mulheres no Brasil, quando excluídos os casos de câncer de pele não melanoma.

Coloproctologista Mardem Machado de Souza, do HUJM-UFMT, alerta que a associação de sangramento nas fezes e alterações no hábito intestinal é o alerta mais comum. No entanto, dores abdominais, perda de peso, anemia e sensação de evacuação incompleta também devem ser investigadas. “Quanto mais cedo se diagnostica, menor o risco de disseminação do tumor e maiores as chances de oferecer um tratamento efetivo e definitivo, com elevadas taxas de cura”, frisou.

O especialista informa ainda que, embora existam métodos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e exames parciais do intestino, a colonoscopia é considerada o exame mais completo para detecção do câncer colorretal. O procedimento permite avaliar todo o intestino grosso, retirar lesões precursoras, biopsiar tumores e até retirar lesões malignas iniciais.

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Também a maioria dos cânceres do intestino grosso e reto surge a partir de pólipos adenomatosos, que se assemelham a pequenas verrugas e podem evoluir para câncer após sete a dez anos, caso ocorram alterações genéticas.

As diretrizes internacionais recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco. Para quem possui histórico familiar, o exame é indicado a partir dos 40 anos ou dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau recebeu o diagnóstico.

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