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Saúde

Revisão em banco de informações da Covid-19 resulta no aumento acumulado de 60 óbitos

De acordo com a área técnica, os óbitos ocorreram entre março e outubro de 2020

Foram notificadas 881 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado – Foto por: Tchélo Figueiredo – Secom/MT

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), na revisão periódica do banco de dados da Covid-19 em Mato Grosso, constatou a retenção de 60 óbitos ocasionados pela doença. De acordo com a Vigilância Epidemiológica Estadual, os óbitos ocorreram entre março e outubro de 2020. Portanto, não são recentes.

O setor de Vigilância esclarece que foram identificadas e corrigidas inconsistências que retinham os dados no sistema, ou seja, os óbitos estavam contidos aguardando atualização por parte dos municípios, que alimentam o banco de dados. Não houve retenção de casos confirmados, com isso os dados permanecem sem impacto.

Conforme dados do Painel Interativo da Covid-19, até a tarde desta segunda-feira (21.12), um total de 173.132 casos de coronavírus foram confirmados em Mato Grosso, sendo registrados 4.395 óbitos em decorrência do vírus no Estado.

Foram notificadas 881 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 173.132 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 4.493 estão em isolamento domiciliar e 163.638 estão recuperados.

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Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 165 internações em UTIs públicas e 148 em enfermarias públicas. Isto é, taxa de ocupação está em 40,94% para UTIs adulto e em 17% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (38.878), Rondonópolis (12.741), Várzea Grande (12.102), Sinop (9.477), Sorriso (7.629), Lucas do Rio Verde (7.179), Tangará da Serra (7.045), Primavera do Leste (5.570), Cáceres (3.783) e Nova Mutum (3.621).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível

Os dados ainda apontam que um total de 139.391 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 231 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

No último domingo (20.12), o Governo Federal confirmou o total de 7.238.600 casos da Covid-19 no Brasil e 186.764 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 7.213.155 casos da Covid-19 no Brasil e 186.356 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

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Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados de segunda-feira (21.12).

Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

 

 

GOV DE MT

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Saúde

MT deve registrar 520 novos casos de câncer colorretal por ano até 2028

O mês de março é tomado pela cor azul-marinho com o objetivo de alertar toda a sociedade para o câncer colorretal (intestino e reto), um dos tumores mais incidentes e uma das maiores taxas de mortalidade do país, que deve registrar 26.270 novos casos da doença por ano no triênio de 2026-2028.

Só em Mato Grosso, são estimados 520 novos casos anuais deste tipo de neoplasia no mesmo período, conforme estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, durante o mutirão do “Dia E – Ebserh em Ação”, vinculado ao programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS), o Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), alerta para importância de exames de colonoscopia.

A iniciativa também faz parte do “Março Azul-Marinho”, uma campanha de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer colorretal. Durante o mutirão, realizado neste dia 21, caso seja identificada alguma doença durante os exames, os pacientes passam a ser acompanhados pelo serviço de coloproctologia.

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“Realizamos uma consulta de triagem no dia do mutirão e depois realizaremos consulta dando o feedback sobre o resultado do exame e seguimento”, disse a residente R5 de Coloproctologia, Maristella Nery.

O QUE É – O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Atualmente, já figura como o segundo tipo de tumor mais frequente entre homens e mulheres no Brasil, quando excluídos os casos de câncer de pele não melanoma.

Coloproctologista Mardem Machado de Souza, do HUJM-UFMT, alerta que a associação de sangramento nas fezes e alterações no hábito intestinal é o alerta mais comum. No entanto, dores abdominais, perda de peso, anemia e sensação de evacuação incompleta também devem ser investigadas. “Quanto mais cedo se diagnostica, menor o risco de disseminação do tumor e maiores as chances de oferecer um tratamento efetivo e definitivo, com elevadas taxas de cura”, frisou.

O especialista informa ainda que, embora existam métodos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e exames parciais do intestino, a colonoscopia é considerada o exame mais completo para detecção do câncer colorretal. O procedimento permite avaliar todo o intestino grosso, retirar lesões precursoras, biopsiar tumores e até retirar lesões malignas iniciais.

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Também a maioria dos cânceres do intestino grosso e reto surge a partir de pólipos adenomatosos, que se assemelham a pequenas verrugas e podem evoluir para câncer após sete a dez anos, caso ocorram alterações genéticas.

As diretrizes internacionais recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco. Para quem possui histórico familiar, o exame é indicado a partir dos 40 anos ou dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau recebeu o diagnóstico.

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