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Saúde

Quais os benefícios do cálcio para a saúde?

O cálcio é um dos principais minerais existentes em nosso organismo, nos favorecemos dele desde a nossa infância, fase onde ocorre com maior frequência o desenvolvimento e evolução de alguma deficiência, sendo o cálcio um ótimo agente contra esse fator, pois colabora para a manutenção e crescimento dos ossos e dentes. Contribuindo também nas contrações musculares e transmissões de impulsos nervosos, fundamentais para a resistência e estrutura básicas das partes que utilizam o cálcio como meio favorável para o fortalecimento.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) aponta que uma pessoa adulta precisa ingerir pelo menos 1000mg de cálcio diariamente, pois perdemos cerca de 100mg por hora através do suor. Quando há uma baixa ingestão desse mineral ocorre o raquitismo, que consiste na retirada de partes dos ossos para exercer outras funções essenciais para o corpo, deixando-os frágeis e porosos, quando isso se prolonga acontecem diferentes quadros de diversos problemas ligados com a osteoporose e osteopenia.

O uso do cálcio em conjunto com Vitamina K e fósforo é extremamente benéfico para a saúde, auxiliando no sistema circulatório, na coagulação do sangue, equilíbrio, entre outros. Existem inúmeras causas para a falta do cálcio, as principais delas são as alterações hormonais, hiperparatireoidismo e a baixa ingestão de alimentos ricos desse mineral, mas também pode estar relacionada com a pancreatite ou síndromes genéticas. A falta de vitamina D também pode colaborar para a ausência do cálcio, pois é uma vitamina primordial para a absorção do cálcio no intestino e sem ela há uma significativa redução dessa absorção.

A absorção do cálcio se manifesta de uma forma eficiente pelo intestino, buscando ingerir alimentos e suplementos ricos desse mineral, onde a vitamina D, as fibras e alimentos líquidos colaboram para a estimulação do organismo em absorver o maior nível de cálcio. Naturalmente o cálcio está presente em folhas verdes, laticínios e exposição solar na pele (mas de forma moderada para não ocorrer problemas futuros com a saúde da pele).

Os alimentos que são importantes fontes de cálcio são:

  • Carnes;
  • Feijão;
  • Espinafre;
  • Soja;
  • Cereal de milho;
  • Gergelim;
  • Grão de bico;
  • Chia;
  • Quinoa;
  • Brócolis;
  • Ervas seca;
  • Tofu;
  • Sardinha;
  • Aveia;
  • Linhaça;
  • Leite;
  • Ovos;
  • Manjericão;
  • Leite;
  • Queijo;
  • Iogurte;
  • Agrião;
  • Couve;
  • Laranja;
  • Figo;
  • Amêndoas;
  • Açaí;
  • Ameixa seca;
  • Salsinha;
  • Repolho chinês.

Esses alimentos são fontes comprovadas de cálcio, a maioria deles é essencial para todas as fases da vida humana, todos eles são apropriados para serem incluídos em uma alimentação diária (desde que essa seja feita com equilíbrio). Além do mais, a atividade física também é importante, pois apenas a alimentação não é capaz de produzir o cálcio necessário para o organismo, a prática de exercício físico aumenta a massa óssea de 1 a 2% e também é um excelente modo para evitar alguns tipos de doenças oriundas da obesidade.

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Falamos sobre os alimentos que devemos considerar e acrescentar no cardápio do dia a dia, mas também é de suma importância listar os alimentos capazes de inibir o benefício do cálcio em nosso organismo, “roubando” parte do que está presente nos ossos e dentes, prejudicando sua biodisponibilidade, esses alimentos são:

  • Sal;
  • Café;
  • Gorduras;
  • Refrigerante;
  • Chocolate;
  • Excesso de ferro;
  • Excesso de proteínas;
  • Manteiga;
  • Alimentos com ácido oxálico e fitatos (ex: nozes);
  • Carnes.

Os indicativos percebidos pela falta de cálcio são apontados pela própria pessoa, pois os efeitos interferem diretamente na rotina do indivíduo, os sintomas são: falta de memória, confusão, câimbras, depressão, aumento da pressão arterial, espasmos musculares, fraqueza dos ossos, irritabilidade, ansiedade, nervosismo, problemas constantes nos dentes como a cárie, formigamentos em diversas partes do corpo, entre outros.

Para identificar uma real carência desse mineral é bem simples, basta apenas fazer um exame de sangue. Além desses efeitos causados pela falta do cálcio, a ausência dele também pode suceder diversos problemas para a saúde como: dor na coluna, cólicas menstruais, depressão, artrite, unhas fracas e pálidas, ansiedade, nervosismo, irritabilidade, periodontite e cáries. Quando alguma dessas enfermidades é indicada, é recomendado fazer o uso de alimentos ricos em cálcio e buscar um auxilio médico, pois pode ser que seja necessário fazer o uso de suplementações, que serão indicadas por um médico nutricionista.

Há muitas recomendações da quantidade de cálcio que uma pessoa deve ingerir por dia, porém, se for um caso grave é preciso consultar um médico especialista para que ele possa diagnosticar qual o nível realmente necessário para o seu tipo de caso, entretanto, se você quer começar a se prevenir de futuras doenças pela falta de cálcio, considere essas medidas:

  • De 1 a 3 anos – 500mg;
  • De 4 a 8 anos – 800mg;
  • De 9 a 18 anos – 1.300mg;
  • De 19 a 50 anos – 1.000mg;
  • A partir dos 50 anos – 1.200mg;
  • Gestante de até 18 anos – 1.300mg e após os 18 anos – 1.000mg.

A fase infantil e a terceira idade são as que mais precisam de atenção para os níveis de cálcio no organismo, pois na infância é onde os ossos e os dentes estão se desenvolvendo e o melhor mineral para contribuir com o bom funcionamento desse processo é o cálcio. Já na terceira idade é necessário para prevenir diversos problemas nos ossos que são comuns nesse período.

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Também é um grande aliado para as pessoas que frequentam a academia, sendo fonte para o ganho de massa muscular, pois quando é ingerido alimentos ricos desse mineral em quantidade adequada, os músculos ficam fortalecidos e contribui para a absorção e deslocamento de nutrientes e proteínas para os tecidos musculares.

A suplementação do cálcio também deve ser considerada quando você perceber que não está conseguindo alcançar o nível desejado por meio de uma alimentação. O suplemento é feito para fortalecer a saúde dos ossos, protegerem as cartilagens, melhorar o desempenho físico, a contração muscular e o sistema nervoso, contribuindo para a prevenção de diversas doenças causadas pela carência do cálcio.

Existem muitas opções de medicamentos com o cálcio hoje no mercado e é preciso estar atento para não consumir um produto que não trará o efeito esperado ou que irá prejudicar sua qualidade de vida e de saúde de alguma forma. A melhor opção é um suplemento natural que além de não conter contra indicações, não irá causar danos em sua saúde a longo prazo, deve-se considerar os que contem em sua formulação os seguintes ingredientes: carbonato de cálcio, zinco, vitamina D, gordura vegetal hidrogenada, óleo de soja e magnésio.

Porém, como todo medicamento, o uso de suplementos a base de cálcio é preciso também consultar um médico especialista, por exemplo, um nutricionista e apresentar suas opções desejadas para que ele possa identificar se é de uma procedência confiável e se é a melhor opção para o seu tipo de caso. Procure saber se você é alérgico a alguma substância da composição, isso é essencial para dar continuidade ao processo.

Portanto, é muito importante que todos tenham o costume de ingerir o cálcio, sem ele há muitos riscos de haver malefícios na sua saúde ao longo da vida. É essencial que faça uso de alimentos ricos desse mineral e combine junto com uma suplementação de cálcio para que você obtenha um grande sucesso em relação a esse consumo e evite danos e prejuízos em sua vida.

G1

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Saúde

MT deve registrar 520 novos casos de câncer colorretal por ano até 2028

O mês de março é tomado pela cor azul-marinho com o objetivo de alertar toda a sociedade para o câncer colorretal (intestino e reto), um dos tumores mais incidentes e uma das maiores taxas de mortalidade do país, que deve registrar 26.270 novos casos da doença por ano no triênio de 2026-2028.

Só em Mato Grosso, são estimados 520 novos casos anuais deste tipo de neoplasia no mesmo período, conforme estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, durante o mutirão do “Dia E – Ebserh em Ação”, vinculado ao programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS), o Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), alerta para importância de exames de colonoscopia.

A iniciativa também faz parte do “Março Azul-Marinho”, uma campanha de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer colorretal. Durante o mutirão, realizado neste dia 21, caso seja identificada alguma doença durante os exames, os pacientes passam a ser acompanhados pelo serviço de coloproctologia.

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“Realizamos uma consulta de triagem no dia do mutirão e depois realizaremos consulta dando o feedback sobre o resultado do exame e seguimento”, disse a residente R5 de Coloproctologia, Maristella Nery.

O QUE É – O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Atualmente, já figura como o segundo tipo de tumor mais frequente entre homens e mulheres no Brasil, quando excluídos os casos de câncer de pele não melanoma.

Coloproctologista Mardem Machado de Souza, do HUJM-UFMT, alerta que a associação de sangramento nas fezes e alterações no hábito intestinal é o alerta mais comum. No entanto, dores abdominais, perda de peso, anemia e sensação de evacuação incompleta também devem ser investigadas. “Quanto mais cedo se diagnostica, menor o risco de disseminação do tumor e maiores as chances de oferecer um tratamento efetivo e definitivo, com elevadas taxas de cura”, frisou.

O especialista informa ainda que, embora existam métodos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e exames parciais do intestino, a colonoscopia é considerada o exame mais completo para detecção do câncer colorretal. O procedimento permite avaliar todo o intestino grosso, retirar lesões precursoras, biopsiar tumores e até retirar lesões malignas iniciais.

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Também a maioria dos cânceres do intestino grosso e reto surge a partir de pólipos adenomatosos, que se assemelham a pequenas verrugas e podem evoluir para câncer após sete a dez anos, caso ocorram alterações genéticas.

As diretrizes internacionais recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco. Para quem possui histórico familiar, o exame é indicado a partir dos 40 anos ou dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau recebeu o diagnóstico.

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