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Saúde

Pablo volta a treinar com o elenco; Pato e Hernanes seguem em transição

O São Paulo voltou aos trabalhos nesta segunda-feira com uma novidade. Em fase final de recuperação de uma lesão no tornozelo, Pablo treinou com o restante do elenco pela primeira vez desde que se machucou, e, embora tenha sido poupado de situações passíveis de contatos mais fortes, pode reforçar o Tricolor no próximo sábado, contra o Internacional, no Beira-Rio.

Pablo sofreu uma lesão ligamentar no tornozelo direito contra o Palmeiras, no último dia 13 de julho, justamente em seu primeiro jogo após se recuperar de uma cirurgia para a retirada de um cisto na região lombar. Desde então, o atacante vinha trabalhando nas dependências internas do CT da Barra Funda, mas agora parece, enfim, estar próximo de voltar a atuar.

Pato e Hernanes foram outros lesionados a apareceram no gramado nesta segunda-feira, mas não participaram da atividade com os demais atletas. A dupla iniciou o dia fazendo exercícios na beira da piscina, mas, posteriormente, trabalham com bola em um campo anexo e em seguida deram alguns piques em volta do gramado. Toró, por sua vez, fez atividades nas dependências internas do CT.

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segunda-feira apenas aqueles que não foram titulares contra o Grêmio vieram a campo para uma atividade comandada por Cuca e seus auxiliares. Juanfran, substituído nos primeiros minutos do segundo tempo, foi o único dos 11 que iniciaram a partida do último sábado a aparecer no gramado, mas apenas para uma leve corrida.

Com os desfalques de Antony, Walce (convocados para a Seleção Olímpica), Daniel Alves (convocado para a Seleção principal) e Igor Gomes (escolhido por Tite para completar treinos do Brasil nos EUA), Cuca contou com a presença de Diego e Fabinho, ambos do time sub-20 do São Paulo, para reforçar o plantel no primeiro treino da semana. A dupla pode, inclusive, aparecer entre os relacionados para a viagem a Porto Alegre.

Gazeta Esportiva

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Saúde

MT deve registrar 520 novos casos de câncer colorretal por ano até 2028

O mês de março é tomado pela cor azul-marinho com o objetivo de alertar toda a sociedade para o câncer colorretal (intestino e reto), um dos tumores mais incidentes e uma das maiores taxas de mortalidade do país, que deve registrar 26.270 novos casos da doença por ano no triênio de 2026-2028.

Só em Mato Grosso, são estimados 520 novos casos anuais deste tipo de neoplasia no mesmo período, conforme estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, durante o mutirão do “Dia E – Ebserh em Ação”, vinculado ao programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS), o Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), alerta para importância de exames de colonoscopia.

A iniciativa também faz parte do “Março Azul-Marinho”, uma campanha de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer colorretal. Durante o mutirão, realizado neste dia 21, caso seja identificada alguma doença durante os exames, os pacientes passam a ser acompanhados pelo serviço de coloproctologia.

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“Realizamos uma consulta de triagem no dia do mutirão e depois realizaremos consulta dando o feedback sobre o resultado do exame e seguimento”, disse a residente R5 de Coloproctologia, Maristella Nery.

O QUE É – O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Atualmente, já figura como o segundo tipo de tumor mais frequente entre homens e mulheres no Brasil, quando excluídos os casos de câncer de pele não melanoma.

Coloproctologista Mardem Machado de Souza, do HUJM-UFMT, alerta que a associação de sangramento nas fezes e alterações no hábito intestinal é o alerta mais comum. No entanto, dores abdominais, perda de peso, anemia e sensação de evacuação incompleta também devem ser investigadas. “Quanto mais cedo se diagnostica, menor o risco de disseminação do tumor e maiores as chances de oferecer um tratamento efetivo e definitivo, com elevadas taxas de cura”, frisou.

O especialista informa ainda que, embora existam métodos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e exames parciais do intestino, a colonoscopia é considerada o exame mais completo para detecção do câncer colorretal. O procedimento permite avaliar todo o intestino grosso, retirar lesões precursoras, biopsiar tumores e até retirar lesões malignas iniciais.

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Também a maioria dos cânceres do intestino grosso e reto surge a partir de pólipos adenomatosos, que se assemelham a pequenas verrugas e podem evoluir para câncer após sete a dez anos, caso ocorram alterações genéticas.

As diretrizes internacionais recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco. Para quem possui histórico familiar, o exame é indicado a partir dos 40 anos ou dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau recebeu o diagnóstico.

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