Saúde
Ministério da Saúde anuncia R$ 44 milhões para equipar salas de vacinação no DF e 26 estados
O Ministério da Saúde anunciou, nesta quinta-feira (29), que vai destinar R$ 44,2 milhões para a compra de câmaras frias. O equipamento deve ser instalados nas salas de vacinação do Distrito Federal e dos 26 estados do país.
O objetivo, segundo o governo, “é garantir a qualidade das vacinas aplicadas à população”. Os medicamentos são sensíveis à temperatura e precisam ser conservados em temperaturas entre 2°C e 8°C para manter a eficácia.
Bahia, Minas Gerais e São Paulo são os estados que mais receberão recursos: R$ 4 milhões, cada. Já os que terão menor verba para a compra de câmaras frias são Amapá e Roraima, com R$ 250 mil cada. O Distrito Federal vai receber R$ 800 mil.
Critérios para repasse
Segundo o Ministério da Saúde, os critérios de distribuição e repasse dos recursos serão definidos em portaria “a ser publicada em breve”.
Os municípios que ficarão com os recursos serão determinados pelos estados. No entanto, as cidades não podem possuir câmara refrigerada e precisam ter implantado o sistema de informação nominal do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI).
Para definir o valor a ser repassado por município, o ministério terá como base o número da população infantil – menor de 9 anos – existente nos municípios com até 100 mil habitantes.
Segundo o Ministério da Saúde, a distribuição será de no mínimo 10 e no máximo 160 câmaras por estado. Poderão ser adquiridos equipamentos com capacidade para armazenar entre 9 mil doses e 24 mil doses.
Confira os recursos a serem recebidos por cada UF:
- BA – R$ 4.004.000
- MG – R$ 4.004.000
- SP – R$ 4.004.000
- PA – R$ 3.503.500
- MA – R$ 3.078.075
- PE – R$ 2.827 .825
- CE – R$ 2.802.800
- PR – R$ 2.102.100
- RS – R$ 2.102.100
- AM – R$ 1.526.525
- SC – R$ 1.476.475
- GO – R$ 1.376.375
- AL – R$ 1.251.250
- RJ – R$ 1.076.075
- PI – R$ 975.975
- MT – R$ 950.950
- PB – R$ 925.925
- MS – R$ 900.900
- RN – R$ 875.875
- ES – R$ 850.850
- DF – R$ 800.800
- RO – R$ 775.775
- SE – R$ 750.750
- AC – R$ 450.450
- TO – R$ 375.375
- AP – R$ 250.250
- RR – R$ 250.250
G1
Saúde
MT deve registrar 520 novos casos de câncer colorretal por ano até 2028

O mês de março é tomado pela cor azul-marinho com o objetivo de alertar toda a sociedade para o câncer colorretal (intestino e reto), um dos tumores mais incidentes e uma das maiores taxas de mortalidade do país, que deve registrar 26.270 novos casos da doença por ano no triênio de 2026-2028.
Só em Mato Grosso, são estimados 520 novos casos anuais deste tipo de neoplasia no mesmo período, conforme estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, durante o mutirão do “Dia E – Ebserh em Ação”, vinculado ao programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS), o Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), alerta para importância de exames de colonoscopia.
A iniciativa também faz parte do “Março Azul-Marinho”, uma campanha de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer colorretal. Durante o mutirão, realizado neste dia 21, caso seja identificada alguma doença durante os exames, os pacientes passam a ser acompanhados pelo serviço de coloproctologia.
“Realizamos uma consulta de triagem no dia do mutirão e depois realizaremos consulta dando o feedback sobre o resultado do exame e seguimento”, disse a residente R5 de Coloproctologia, Maristella Nery.
O QUE É – O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Atualmente, já figura como o segundo tipo de tumor mais frequente entre homens e mulheres no Brasil, quando excluídos os casos de câncer de pele não melanoma.
Coloproctologista Mardem Machado de Souza, do HUJM-UFMT, alerta que a associação de sangramento nas fezes e alterações no hábito intestinal é o alerta mais comum. No entanto, dores abdominais, perda de peso, anemia e sensação de evacuação incompleta também devem ser investigadas. “Quanto mais cedo se diagnostica, menor o risco de disseminação do tumor e maiores as chances de oferecer um tratamento efetivo e definitivo, com elevadas taxas de cura”, frisou.
O especialista informa ainda que, embora existam métodos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e exames parciais do intestino, a colonoscopia é considerada o exame mais completo para detecção do câncer colorretal. O procedimento permite avaliar todo o intestino grosso, retirar lesões precursoras, biopsiar tumores e até retirar lesões malignas iniciais.
Também a maioria dos cânceres do intestino grosso e reto surge a partir de pólipos adenomatosos, que se assemelham a pequenas verrugas e podem evoluir para câncer após sete a dez anos, caso ocorram alterações genéticas.
As diretrizes internacionais recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco. Para quem possui histórico familiar, o exame é indicado a partir dos 40 anos ou dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau recebeu o diagnóstico.
-
Polícia4 dias atrásHomem mata a mulher, usa o celular dela para pedir dinheiro à família da vítima e vai a bar beber, diz polícia
-
Cidades2 dias atrásMato Grosso deixa de destruir maquinários apreendidos e passa a destiná-los aos municípios
-
Esportes2 dias atrásLula revela consulta de Ancelotti: ‘Você acha que o Neymar deve ser convocado?’
-
É Direito4 dias atrásGilmar Mendes nega recurso e mantém pena de 22 anos a PM por assassinato a tiros em bar
-
Esportes2 dias atrásBMX de Nova Mutum realiza entrega oficial de bicicletas adquiridas através de recursos do MPMT
-
Golpe2 dias atrásMulher cai em golpe de cobrança de pedágio e perde R$ 77
-
Polícia4 dias atrásPM prende traficante e apreende drogas na casinha do cachorro
-
Mundo4 dias atrásTrump dá início ao bloqueio no Estreio de Ormuz e diz que vai “eliminar” qualquer navio que tentar passar






Você precisa estar logado para postar um comentário Login