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Saúde

Imagem viraliza ao mostrar dutos de leite materno no seio humano

Essas foram algumas das reações no Twitter depois que um usuário compartilhou uma imagem das glândulas mamárias, o órgão exclusivo dos mamíferos que produz o leite para amamentação.

A imagem destaca as glândulas mamárias – que se assemelham a flores invertidas – formada de tubos, ou dutos, que transportam o leite para o mamilo.

Mas, aparentemente, isso não é de conhecimento comum – e é por isso que muitas pessoas na internet acharam a imagem “falsa”.

A foto se tornou viral em questão de dias e já tem mais de 130.000 likes.

Parece que chocou algumas pessoas – com alguns até dizendo que se sentiram “assustados”.

No entanto, foi o ato de amamentar que quebrou o gelo. Algumas pessoas conseguiram ver a beleza natural dentro dos dutos semelhantes a flores.

Talvez isso não seja surpreendente, considerando que uma proporção considerável de pessoas que usam o Twitter foram amamentadas.

As glândulas começam a produzir leite depois que a mãe dá à luz.

Algumas pessoas se perguntavam por que nunca haviam visto o diagrama biológico antes e só tinham sido expostas a fotos de anatomia masculina em livros de texto e salas de aula.

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Mas outros viram o lado engraçado disso.

“Parece com aqueles balões de água que você enche de uma vez só ligando eles numa mangueira”, diz o usuário @notthateasysis, com uma foto do produto em questão.

BBC

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Saúde

MT deve registrar 520 novos casos de câncer colorretal por ano até 2028

O mês de março é tomado pela cor azul-marinho com o objetivo de alertar toda a sociedade para o câncer colorretal (intestino e reto), um dos tumores mais incidentes e uma das maiores taxas de mortalidade do país, que deve registrar 26.270 novos casos da doença por ano no triênio de 2026-2028.

Só em Mato Grosso, são estimados 520 novos casos anuais deste tipo de neoplasia no mesmo período, conforme estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, durante o mutirão do “Dia E – Ebserh em Ação”, vinculado ao programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS), o Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), alerta para importância de exames de colonoscopia.

A iniciativa também faz parte do “Março Azul-Marinho”, uma campanha de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer colorretal. Durante o mutirão, realizado neste dia 21, caso seja identificada alguma doença durante os exames, os pacientes passam a ser acompanhados pelo serviço de coloproctologia.

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“Realizamos uma consulta de triagem no dia do mutirão e depois realizaremos consulta dando o feedback sobre o resultado do exame e seguimento”, disse a residente R5 de Coloproctologia, Maristella Nery.

O QUE É – O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Atualmente, já figura como o segundo tipo de tumor mais frequente entre homens e mulheres no Brasil, quando excluídos os casos de câncer de pele não melanoma.

Coloproctologista Mardem Machado de Souza, do HUJM-UFMT, alerta que a associação de sangramento nas fezes e alterações no hábito intestinal é o alerta mais comum. No entanto, dores abdominais, perda de peso, anemia e sensação de evacuação incompleta também devem ser investigadas. “Quanto mais cedo se diagnostica, menor o risco de disseminação do tumor e maiores as chances de oferecer um tratamento efetivo e definitivo, com elevadas taxas de cura”, frisou.

O especialista informa ainda que, embora existam métodos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e exames parciais do intestino, a colonoscopia é considerada o exame mais completo para detecção do câncer colorretal. O procedimento permite avaliar todo o intestino grosso, retirar lesões precursoras, biopsiar tumores e até retirar lesões malignas iniciais.

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Também a maioria dos cânceres do intestino grosso e reto surge a partir de pólipos adenomatosos, que se assemelham a pequenas verrugas e podem evoluir para câncer após sete a dez anos, caso ocorram alterações genéticas.

As diretrizes internacionais recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco. Para quem possui histórico familiar, o exame é indicado a partir dos 40 anos ou dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau recebeu o diagnóstico.

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