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Saúde

Casos de malária caem 38% no país, segundo Ministério da Saúde

Nesta quinta-feira (25), Dia Mundial da Malária, o Ministério da Saúde divulgou que os casos da doença no país diminuíram 38% em relação ao ano passado.

Neste ano, foram notificados 31 mil novos casos da doença. No mesmo período do ano passado, eram 51 mil.  O país registrou cerca de 194 mil casos da doença em 2018 e número similar em 2017, sendo 19 mil casos só no Amazonas.

A pasta, que lançou nesta quinta-feira (25) uma campanha publicitária com o objetivo de divulgar informações sobre a prevenção da malária, atribuiu a queda dos números à integração das ações entre o governo federal e Estados e municípios.

Segundo o Ministério, o público-alvo da campanha são nove Estados nos quais a doença é endêmica:  Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Mato Grosso, Roraima, Rondônia, Tocantins e Maranhão.

“O objetivo do Ministério da Saúde é alertar a população da região sobre a responsabilidade do cidadão na redução da transmissão da doença, da importância do diagnóstico em tempo oportuno e da importância do tratamento completo”, afirmou Cassio Peterka, coordenador-geral dos Programas Nacionais de Controle e Prevenção da Malária do Ministério da Saúde, por meio de nota.

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Nesta terça-feira (23), a OMS (Organização Mundial da Saúde) anunciou  o lançamento da primeira vacina contra malária do mundo. O primeiro país a receber o imunizante, como programa-piloto, será o Maláui.

A vacina, conhecida como RTS, S será disponibilizada para crianças de até 2 anos de idade. Os próximos países a receberem o imunizante serão Gana e Quênia.

São estimados 219 milhões de casos de malária no mundo, sendo que 435 mil evoluíram para morte. Segundo a OMS, a população mais vulnerável são crianças menores de 5 anos, representando 61% das mortes.

A malária é uma doença infecciosa transmitida pela picada do mosquito Anopheles infectado pelo parasita Plasmodium. Entre os principais sintomas estão febre alta, calafrios, tremores, sudorese e dor de cabeça, segundo o Ministério da Saúde. A mortalidade na região Amazônica, onde ocorre mais de 95% dos casos, é baixa devido ao conhecimento dos sintomas da doença, que é rapidamente diagnosticada e tratada.

R7

 

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Saúde

Doar sangue e salvar vidas: um gesto simples que transforma o mundo

Doar sangue para salvar vidas. Poucos gestos são tão simples e, ao mesmo tempo, tão poderosos quanto esse.

Em menos de uma hora, uma única doação pode beneficiar até quatro pessoas. Não é preciso ser herói nem ter habilidade especial. Basta ter saúde, disposição e sensibilidade para ajudar o próximo.

O sangue não possui substituto artificial. Nenhuma fábrica o produz. Nenhum laboratório consegue reproduzi-lo. Ele existe apenas em cada um de nós e só chega a quem precisa por meio da solidariedade humana. Cada doação é a demonstração concreta de que uma vida importa.

Pense na criança que necessita de transfusão durante uma cirurgia. Na mulher que enfrenta complicações após o parto. Na vítima de acidente que chega ao Pronto-Socorro em estado grave. No paciente em tratamento contra o câncer. Para cada um deles, uma bolsa de sangue pode representar a diferença entre a vida e a morte. Essa é a realidade diária dos hospitais brasileiros, inclusive aqui em Mato Grosso.

Neste 14 de junho, o mundo celebra o Dia Mundial do Doador de Sangue. Em 2026, a campanha da Organização Mundial da Saúde, no âmbito do ‘Junho Vermelho’, traz o tema “Doe sangue, dê esperança: juntos salvamos vidas”. Uma convocação que precisa ir além das datas e se tornar uma atitude permanente.

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Tenho levado esse compromisso a sério na prática. Por meio dos mutirões sociais do Gabinete da Assembleia Legislativa, levamos campanhas de doação de sangue diretamente às comunidades de Cuiabá, chegando a quem muitas vezes não consegue se deslocar até os pontos de coleta. A própria ALMT firmou parceria com o MT Hemocentro para receber o caminhão de coleta em frente ao plenário, mobilizando servidores e a população. O Parlamento tem o dever de dar o exemplo.

A doação é uma das mais nobres expressões de solidariedade. Quem doa não conhece a pessoa beneficiada. Não há recompensa financeira nem interesse pessoal. Há apenas a decisão de estender a mão a alguém em extrema necessidade.

O sangue coletado é separado em hemácias, plasma e plaquetas, atendendo pacientes com necessidades distintas. Uma única doação tem potencial para ajudar várias pessoas.

Os hemocentros dependem de doações regulares. O sangue possui prazo de validade limitado, e a reposição constante é uma necessidade. Ser um doador regular é assumir um compromisso com a vida, com a comunidade e com quem você ama.

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Qualquer pessoa saudável, entre 16 e 69 anos, e com mais de 50 quilos pode doar. O procedimento é seguro, rápido e praticamente indolor. O organismo repõe naturalmente o volume doado em pouco tempo.

Você dedica alguns minutos do seu dia. Em troca, oferece a alguém a oportunidade de continuar vivendo.

Convido cada mato-grossense a procurar o hemocentro mais próximo, fazer sua doação e incentivar familiares e amigos. Salvar vidas não depende de grandes recursos. Depende apenas da disposição de compartilhar o que carregamos dentro de nós.

Seja doador de sangue. Sua atitude pode ser a esperança que alguém espera para continuar vivendo.

*Max Russi é deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

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