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Saúde

ALMT aprova projeto de deputado morto por Covid que determina obrigatoriedade na divulgação de lista de vacinados

Municípios deverão divulgar lista de vacinados contra a Covid-19 — Foto: Daniel Castellano/SMCS

O projeto do deputado Sílvio Fávero, que morreu de Covid-19, que determina a obrigatoriedade de divulgação da lista das pessoas vacinadas contra a Covid-19 nos municípios de Mato Grosso, foi aprovado na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), nessa terça-feira (6).

Com isso, secretarias de Saúde devem divulgar, diariamente, a lista das pessoas vacinadas no município.

A lista deverá informar:

  • Nome
  • Idade;
  • CPF
  • Profissão
  • Função exercida
  • Local onde exerce a função
  • Local de Vacinação
  • Lote da Vacina aplicada

 

Conforme a proposta apresentada por Fávero, o objetivo é dar maior transparência nos planos de vacinação contra a Covid-19, após várias denúncias de que grupos de pessoas não prioritárias estariam sendo vacinadas, desrespeitando os protocolos estabelecidos.

A lista dos vacinados deverá ser atualizada diariamente e disponibilizada no site da prefeitura e da secretaria de Saúde de cada município.

Os prefeitos que descumprirem a lei deverão receber advertência e multa diária de 10 a 500 UPF/MT.

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A fiscalização do cumprimento da lei será de responsabilidade da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), do Tribunal de Contas e do Ministério Público Estadual (MP-MT).

 

Doses aplicadas de vacinas contra a Covid-19 por estado  — Foto: Ministério da Saúde

Doses aplicadas de vacinas contra a Covid-19 por estado — Foto: Ministério da Saúde

Vacinação

Mato Grosso é o segundo estado que menos vacinou contra a Covid-19 no país. Dados divulgados pelo Consórcio de Veículos de Imprensa, que coleta dados das secretarias estaduais de cada estado, mostra que apenas 5,8% da população do estado foi vacinada com a primeira dose. O número corresponde a 204,4 mil pessoas.

Desse total 60.767 pessoas receberam a segunda dose. O número é considerado baixo em comparação a 1,2 milhão de habitantes as que fazem parte dos grupos prioritários estimado pelo Ministério da Saúde.

Covid-19 em MT

Mato Grosso registrou 107 mortes em decorrência da Covid-19 e 2.724 novos casos da doença nas últimas 24 horas. A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta terça-feira (6), 319.978 casos confirmados da Covid-19 e 8.234 óbitos.

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Dos 319.978 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 13.522 estão em isolamento domiciliar e 296.131 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 522 internações em UTIs públicas e 491 enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 98,12% para UTIs adulto e em 56% para enfermarias adulto.

Fonte: G1MT

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Saúde

MT deve registrar 520 novos casos de câncer colorretal por ano até 2028

O mês de março é tomado pela cor azul-marinho com o objetivo de alertar toda a sociedade para o câncer colorretal (intestino e reto), um dos tumores mais incidentes e uma das maiores taxas de mortalidade do país, que deve registrar 26.270 novos casos da doença por ano no triênio de 2026-2028.

Só em Mato Grosso, são estimados 520 novos casos anuais deste tipo de neoplasia no mesmo período, conforme estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, durante o mutirão do “Dia E – Ebserh em Ação”, vinculado ao programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS), o Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), alerta para importância de exames de colonoscopia.

A iniciativa também faz parte do “Março Azul-Marinho”, uma campanha de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer colorretal. Durante o mutirão, realizado neste dia 21, caso seja identificada alguma doença durante os exames, os pacientes passam a ser acompanhados pelo serviço de coloproctologia.

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“Realizamos uma consulta de triagem no dia do mutirão e depois realizaremos consulta dando o feedback sobre o resultado do exame e seguimento”, disse a residente R5 de Coloproctologia, Maristella Nery.

O QUE É – O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Atualmente, já figura como o segundo tipo de tumor mais frequente entre homens e mulheres no Brasil, quando excluídos os casos de câncer de pele não melanoma.

Coloproctologista Mardem Machado de Souza, do HUJM-UFMT, alerta que a associação de sangramento nas fezes e alterações no hábito intestinal é o alerta mais comum. No entanto, dores abdominais, perda de peso, anemia e sensação de evacuação incompleta também devem ser investigadas. “Quanto mais cedo se diagnostica, menor o risco de disseminação do tumor e maiores as chances de oferecer um tratamento efetivo e definitivo, com elevadas taxas de cura”, frisou.

O especialista informa ainda que, embora existam métodos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e exames parciais do intestino, a colonoscopia é considerada o exame mais completo para detecção do câncer colorretal. O procedimento permite avaliar todo o intestino grosso, retirar lesões precursoras, biopsiar tumores e até retirar lesões malignas iniciais.

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Também a maioria dos cânceres do intestino grosso e reto surge a partir de pólipos adenomatosos, que se assemelham a pequenas verrugas e podem evoluir para câncer após sete a dez anos, caso ocorram alterações genéticas.

As diretrizes internacionais recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco. Para quem possui histórico familiar, o exame é indicado a partir dos 40 anos ou dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau recebeu o diagnóstico.

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