Saúde
15,8% dos moradores de MT já fizeram teste de Covid-19, diz IBGE
O total de pessoas com resultado positivo no teste aumentou de 132 mil (3,8% da população), até outubro, para 149 mil (4,3% da população), até novembro. Até agosto, eram 79 mil (2,3% da população) e, até julho, 66 mil pessoas (1,9% da população).

Teste para novo coronavírus — Foto: Breno Esaki/Agência Saúde
Um levantamento apontou que 75 mil mato-grossenses fizeram algum teste para diagnóstico da Covid-19 em novembro. Desde o início da pandemia até novembro, 551 mil pessoas já haviam sido testadas em Mato Grosso. Esse número representa 15,8% da população. Foram 273 mil homens e 278 mil mulheres.
Os dados estão nos resultados de novembro da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD COVID19), realizada desde maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde e encerrada em 11 de dezembro.
O total de pessoas com resultado positivo no teste aumentou de 132 mil (3,8% da população), até outubro, para 149 mil (4,3% da população), até novembro. Até agosto, eram 79 mil (2,3% da população) e, até julho, 66 mil pessoas (1,9% da população).
A coleta foi realizada exclusivamente por telefone, para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal. Em Mato Grosso, os entrevistadores monitoraram mensalmente cerca de 5.000 domicílios selecionados em 97 cidades.
Entre os testes para diagnóstico da doença, as pessoas poderiam ter realizado o exame com material coletado na boca ou nariz com o cotonete – SWAB (218 mil realizados, sendo 65 mil positivos); o teste rápido com sangue coletado por um furo no dedo (243 mil, sendo 52 mil positivos); ou o exame com sangue retirado da veia do braço (207 mil, sendo 63 mil positivos).
Segundo a PNAD COVID19, cento e um mil mato-grossenses (ou 2,9% da população) apresentaram em novembro pelo menos um dos 12 sintomas associados à síndrome gripal (febre, tosse, dor de garganta, dificuldade para respirar, dor de cabeça, dor no peito, náusea, nariz entupido ou escorrendo, fadiga, dor nos olhos, perda de olfato ou paladar e dor muscular) que são investigados pela pesquisa.
Esse número era de 187 mil (5,4%) em maio, 209 mil (6%) em junho, 262 mil (7,6%) em julho,176 mil (5,1%) em agosto, 144 mil (4,1%) em setembro e 100 mil (2,9% da população) em outubro.
Dentre os cento e um mil mato-grossenses que apresentaram algum sintoma, 38 mil afirmaram ter procurado algum estabelecimento de saúde em busca de atendimento (postos de saúde, equipe de saúde da família, UPA, Pronto-socorro ou Hospital do SUS ou, ainda, ambulatório/consultório, pronto-socorro ou hospital privado). Esse número era de 37 mil em maio, 62 mil em junho, 99 mil em julho, 58 mil em agosto, 56 mil em setembro, 29 mil em outubro e 38 mil em novembro.
O total de pessoas que apresentaram sintomas conjugados de síndrome gripal que podiam estar associados à Covid-19 (perda de cheiro ou sabor; ou tosse, febre e dificuldade para respirar; ou tosse e febre e dor no peito) era de 35 mil em setembro, 11 mil em outubro, e 15 mil em novembro. Em agosto, eram 31 mil; em julho, 61 mil; em junho, 37 mil; e em maio, 15 mil.
O número de mato-grossenses que têm plano de saúde em novembro era de 698 mil pessoas (20% da população) e em outubro esse número era de 699 mil pessoas (20,1% da população).
Antes, havia caído de 789 mil usuários (22,8% da população), em maio, para 699 mil (20,3% da população), em junho, para 672 mil (19,5% da população), em julho e, para 644 mil (18,6% da população), em agosto. Entre maio e novembro, porém, 91 mil pessoas deixaram de ter um convênio.
Em novembro, havia no estado 625 mil pessoas com alguma das comorbidades pesquisadas, o que representa 17,9% da população mato-grossense. Hipertensão era a mais frequente (404 mil), seguida por Diabetes (149 mil), Asma/Bronquite/Enfisema/Doença respiratória crônica ou outra doença do pulmão (111 mil), Doença(s) do coração (76 mil), Depressão (76 mil) e Câncer (27 mil).
Dentre as pessoas com alguma comorbidade, 37 mil testaram positivo em algum dos testes em novembro. Em outubro, esse número era de 32 mil e, em setembro, de 29 mil.
De acordo com o levantamento, 25 mil pessoas ocupadas estavam afastadas do trabalho que tinham devido ao distanciamento social em Mato Grosso em novembro, o que representa 1,6% do total da população ocupada.
Esse número foi de 149 mil (9,7%) em maio, caiu para 126 mil (8,3%) em junho, ficou estável em 128 mil (8,4%) em julho, baixou para 62 mil (4,1%) em agosto e era de 46 mil (3%) em setembro e baixou para 30 mil (12,8%) em outubro.
Já o total de pessoas que estavam trabalhando de forma remota (home office) passou de 63 mil, em outubro, para 58 mil, em novembro. Em maio foi de 60 mil, junho 65 mil, julho 69 mil, agosto foi de 74 mil e em setembro 69 mil pessoas em home-office.
A PNAD COVID19 aponta ainda que 109 mil mato-grossenses não ocupados não procuraram trabalho em setembro por conta da pandemia de Covid-19 ou por falta de vaga na localidade em que vivem, mas gostariam de trabalhar na semana de referência.
Em outubro, eram 121 mil pessoas e, em maio, 168 mil.
Fonte: G1
Saúde
MT deve registrar 520 novos casos de câncer colorretal por ano até 2028

O mês de março é tomado pela cor azul-marinho com o objetivo de alertar toda a sociedade para o câncer colorretal (intestino e reto), um dos tumores mais incidentes e uma das maiores taxas de mortalidade do país, que deve registrar 26.270 novos casos da doença por ano no triênio de 2026-2028.
Só em Mato Grosso, são estimados 520 novos casos anuais deste tipo de neoplasia no mesmo período, conforme estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, durante o mutirão do “Dia E – Ebserh em Ação”, vinculado ao programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS), o Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), alerta para importância de exames de colonoscopia.
A iniciativa também faz parte do “Março Azul-Marinho”, uma campanha de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer colorretal. Durante o mutirão, realizado neste dia 21, caso seja identificada alguma doença durante os exames, os pacientes passam a ser acompanhados pelo serviço de coloproctologia.
“Realizamos uma consulta de triagem no dia do mutirão e depois realizaremos consulta dando o feedback sobre o resultado do exame e seguimento”, disse a residente R5 de Coloproctologia, Maristella Nery.
O QUE É – O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Atualmente, já figura como o segundo tipo de tumor mais frequente entre homens e mulheres no Brasil, quando excluídos os casos de câncer de pele não melanoma.
Coloproctologista Mardem Machado de Souza, do HUJM-UFMT, alerta que a associação de sangramento nas fezes e alterações no hábito intestinal é o alerta mais comum. No entanto, dores abdominais, perda de peso, anemia e sensação de evacuação incompleta também devem ser investigadas. “Quanto mais cedo se diagnostica, menor o risco de disseminação do tumor e maiores as chances de oferecer um tratamento efetivo e definitivo, com elevadas taxas de cura”, frisou.
O especialista informa ainda que, embora existam métodos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e exames parciais do intestino, a colonoscopia é considerada o exame mais completo para detecção do câncer colorretal. O procedimento permite avaliar todo o intestino grosso, retirar lesões precursoras, biopsiar tumores e até retirar lesões malignas iniciais.
Também a maioria dos cânceres do intestino grosso e reto surge a partir de pólipos adenomatosos, que se assemelham a pequenas verrugas e podem evoluir para câncer após sete a dez anos, caso ocorram alterações genéticas.
As diretrizes internacionais recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco. Para quem possui histórico familiar, o exame é indicado a partir dos 40 anos ou dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau recebeu o diagnóstico.
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