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Política

Wilson Santos reúne 120 concurseiros no último 'aulão' antes do concurso da Sesp


Foto: ROBSON FRAGA

“O presencial e a metodologia fazem a diferença na hora de adquirir conhecimento”. Foram as palavras do universitário Lucas Eduardo da Silva (25), candidato ao concurso da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), na noite desta quinta-feira (17), após o “aulão” do presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa e professor Wilson Santos, na Escola Estadual Dione Augusta, no CPA IV, em Cuiabá.
Foi a terceira aula este ano, onde o deputado estadual falou sobre a História de Mato Grosso para candidatos às 1.200 vagas de escrivão e investigador da Polícia Civil; Oficial e soldado do Corpo de Bombeiros;  perito criminal, médico legista e perito dentista da Politec em Mato Grosso. 
Há mais de 30 anos, Wilson dá aulas de história. Já  ajudou milhares de alunos em cursos preparatórios e pré-vestibulares em Mato Grosso. Inclusive foi o criador do Cuiabá-Vest (voltado a estudantes de baixa renda), quando foi prefeito da capital. Este ano, ministrou três ‘aulões’  em Poconé e Cuiabá; todas de graça. 
“Como professor tenho que dar minha contribuição à estas pessoas que tanto sonham e se esforçam para conseguir uma vaga no serviço público. Já como parlamentar, tenho a obrigação de contribuir com a sociedade que confiou a mim o voto e me deu a legitimidade para trabalhar por ela na Assembleia Legislativa e em todas as frentes político-sociais. Sinto-me honrado neste trabalho”, disse.
São duas horas e meia de aula sobre  ‘A Capitania de Mato Grosso no período colonial’, ‘A Província de MT e o Império’; ‘Instalação da República e o estado de Mato Grosso: Características econômicas e políticas de MT durante a Primeira República’, ‘O estado de MT e a Era Vargas’, ‘O militarismo no Brasil entre 1964 e 1984 e MT’, ‘A redemocratização e o Estado de Mato Grosso’ e os ‘Aspectos econômicos, sociais e políticos de Mato Grosso no Tempo Presente’.
“Por mais que a gente passe horas e horas sobre livros, o presencial e a metodologia do professor Wilson Santos facilita a aprendizagem. Esta última parte onde ele nos mostra a importância  econômica do agronegócio mato-grossense para o PIB do país e o quanto poderíamos ser maiores caso houvesse interesse público e privado no beneficiamento da produção, ao invés da exportação primária, foi fundamental para entender nossa economia”, disse Lucas da Silva.
“Acho muito importante dar oportunidades a quem nunca teve acesso a este tipo de aula, principalmente por questões econômicas. O professor toca em temas que muitas vezes não vemos nem em cursos pagos. Já tinha feito aulas particulares e fui surpreendido por este conteúdo. Fico grato ao deputado por dedicar seu tempo para nos ajudar”, disse Fabrício de Souza gestor público.
Prova – A primeira fase do concurso acontece no próximo domingo (20). As vagas são para cadastro de reserva, mas o Governo do Estado garante que pelo menos 1.200 dos aprovados serão convocados ainda em 2022.
“Peço a todos que relaxem no dia anterior da prova para que possam chegar descansados e aptos às 4h de exame. Aconselho que leiam toda a prova com muita atenção, e usem todo o tempo disponível para responder todas as questões. Não deixem nada em branco e comecem pelas questões mais fáceis. Assim, terão tempo suficiente para fazer toda a prova. Boa sorte a todas e todos e que Deus vos abençoe”, disse o deputado.

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Fonte: ALMT

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TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

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A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

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Fonte Folhamax

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