Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Política

Maninho vai levar 2 à derrocada

O prefeito de Colíder, Emerson Máximo, conhecido como Maninho, do União Brasil, parece estar a caminho de reconquistar seu cargo, com previsão de mais de 50% dos votos. As pesquisas até agora mostram sua liderança consistente durante todo o processo eleitoral, mesmo com cinco candidatos na disputa.

Carismático e bem articulado, Maninho, que é advogado e empresário, estreou na política em 2020 ao vencer as eleições pelo Patriota. Agora, ele entra na última semana da campanha com seu nome fortemente consolidado.

Enquanto isso, a população de Colíder pode testemunhar a possível queda nas urnas do ex-prefeito Jaime Marques, que aos 69 anos tenta retornar ao cargo, e da jovem vereadora Flavinha Rodrigues, que, animada após se tornar suplente de deputada federal em 2022, esperava se eleger prefeita aos 33 anos.

Fonte: NortãoOnline

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Nova Mutum tem quinta-feira nublada e temperatura em queda
Propaganda

Política

TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

Leia Também:  Equipe campeã no Festival Sesi Robótica recebe homenagem da ALMT

A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

Leia Também:  Corpo de jovem é encontrado com perfurações e mãos amarradas

Fonte Folhamax

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA