Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Política

Faissal pede reforma urgente em escola de Livramento


Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado estadual Faissal Calil (PV) apresentou, na sessão de quarta-feira (16) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), a Indicação 795/2022 solicitando reformas urgentes na Escola Estadual José de Barros Maciel, no município de Nossa Senhora do Livramento. No documento, o parlamentar aponta que a unidade estudantil está em péssimo estado de conservação, inapropriada para os alunos e professores.

De acordo com informações repassadas a Faissal, vários diretores estiveram à frente da gestão da escola, desde o ano de 2014, e que todos eles solicitaram junto à Secretaria de Estado de Educação (Seduc) reformas na unidade. O deputado apontou uma série de irregularidades presenciadas na Escola José de Barros Maciel em um levantamento realizado em dezembro de 2021.

“O local está com os banheiros feminino e masculino sem lâmpadas, entulhos e mato no pátio da escola, vigas com cupim, caibros podres. Além disso, falta água com frequência nos banheiros, algumas salas estão com os forros na iminência de desabar, várias telhas e janelas estão quebradas, as paredes têm rachaduras e mofo, os muros estão danificados, as salas não têm ventiladores e o campo de futebol está tomado pelo mato alto”, apontou.

Leia Também:  Fux manda Maluf cumprir em prisão domiciliar a segunda pena à qual foi condenado

A solicitação do deputado atende a um pedido do vereador do município, Renan Miranda. A indicação foi enviada pela ALMT para a Casa Civil, que repassará a demanda para a Seduc.
 

Fonte: ALMT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

Leia Também:  Estado adota medidas para aumentar receita e atingir limite para pagar RGA

A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

Leia Também:  Bolsonaro diz contar com 'patriotismo' do Congresso para aprovar a reforma da Previdência

Fonte Folhamax

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA