Política
Em reunião com Carlos Bezerra, vereadoras e prefeito de Colíder conseguem mais obras para cidade

Tem obras em todo o Mato Grosso que levam o nome do Deputado Carlos Bezerra (MDB-MT), pois além de ser o maior líder do partido no estado, Bezerra é um dos nomes mais fortes na Câmara Federal na atualidade.
Sob a liderança da presidente da Câmara de Colíder, vereadora Ana Flávia, que representa a força do MDB na cidade, o prefeito Hemerson Máximo com sua comitiva, visitaram o parlamentar, desta vez no escritório na capital Cuiabá.
Na reunião, Carlos Bezerra se comprometeu em enviar todos recursos possíveis através de emendas federais para o setor da saúde pública de Colíder, pactuou também pela construção de um Ginásio de esportes ao lado do estádio municipal.
“O Carlos é um parlamentar importantíssimo para Mato Grosso, um dos mais influentes do Congresso Nacional e tem portas abertas em Brasília. Nós temos este respeito pela história dele e contamos com o apoio de todos para fazer uma Colíder melhor nos próximos anos”, disse Maninho.
A reunião também contou com a participação da primeira secretária da Câmara de Colíder, Maria Helena e do secretário de Governo, Ed Motta.
“O prefeito Maninho e as vereadoras foram reconhecidos nesta grande audiência com o comandante do MDB no estado, isso nos faz acreditar que com essa união, da maioria absoluta dos vereadores de Colíder, o pensamento empreendedor do prefeito e da abertura que recebemos em Brasília e agora aqui com o Deputado Bezerra, o município vai avançar muito nestes anos de esperança que virão”, enfatizou o secretário municipal Ed Motta.
De acordo com o prefeito Maninho as bandeiras da agricultura, educação e saúde sempre serão lembradas nas buscas e enfrentamentos por recursos, pois segundo ele “Colíder precisa avançar e o povo colidense merece”.
Ideal MT
Política
TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.
O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.
No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.
A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.
Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.
Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.
A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.
Fonte Folhamax
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