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Edinho Beia assume cadeira na Câmara, mas cede lugar para segundo suplente

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Edes Franciscato Béia (PSD), assumiu mandato de vereador na Câmara Municipal de Diamantino nesta segunda-feira (27). Ele tomou posse após a confirmação da cassação do seu correligionário partidário, Edson da Silva Giripoca, que perdeu a cadeira após votação plenária que lhe imputou falta de decoro e improbidade administrativa.

Béia que é empresário, tem 43 anos de idade, disputou a eleição no ano de 2020 e obteve o total de 278 votos, lhe conferindo o direito a 1ª suplência no Partido Social Democrático – PSD, porém, deve abdicar de sua vaga no parlamento para retornar aos trabalhos frente a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras de Diamantino, cargo que ocupa desde o ano de 2021.

Nesta ocasião, a cadeira volta a ser ocupada por Alfredo Matheus Keller, segundo suplente do partido com 262 votos.

Na Tribuna o vereador empossado, relembrou as dificuldades da campanha política, onde acometido pela covid-19, teve de ser internado em um leito de UTI na cidade de Nova Mutum.

“Hoje é um dia muito especial, pois acredito que nada acontece por acaso, tudo o que acontece aqui tem que ter a vontade de Deus. Só eu sei o que eu passei durante a campanha eleitoral, e graças a Deus e minha família estou aqui para servir ao meu propósito e preciso honrar os meus 278 votos”, disse Edinho Beia.

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Presente na Sessão da Casa, o vice-prefeito, Jozenil Costa Lube, enalteceu o companheirismo durante a campanha e processo eleitoral.

“Fico muito feliz de ver um companheiro como o Edinho tomando posse, este que sempre foi um leal com seus pares e vem idealizando um excelente trabalho pelo município frente a pasta da infraestrutura”

FONTE: HARON ALVARES/ MAGAZINE NOTÍCIAS

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CFAEO promove segunda audiência sobre o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou, na tarde desta quarta-feira (10), audiência pública para discutir o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para o ano de 2023 (PLDO-573/2022). O debate foi conduzido pela Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária e contou com participação de representantes da Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz/MT), sindicatos, Defensoria Pública, Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).

A receita total líquida para o ano de 2023 prevista na PLDO é de cerca de R$ 28,6 bilhões. O secretário-adjunto da Receita Pública da Sefaz/MT, Vinícius José Simioni da Silva, explicou os indicadores e parâmetros levados em consideração para chegar ao número apresentado na peça orçamentária. Porém, a estimativa foi alvo de questionamentos de participantes que acreditam na possibilidade de excesso de arrecadação.

Segundo o secretário-adjunto do Orçamento Estadual, Ricardo Capistrano, números podem ser atualizados para apresentação do projeto de lei orçamentária, que deve chegar em setembro para apreciação da Assembleia. O representante da Sefaz ainda destacou que a PLDO-2023 cria dispositivo para medir impactos e retorno econômicos das políticas públicas feitas pelo Estado de Mato Grosso.

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Entre as prioridades contidas no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2023 estão manutenção de espaços educacionais, construção e reforma de estabelecimentos assistenciais de saúde, implementação de programas sociais e pavimentação e conservação de rodovias e gestão da regularização ambiental de imóveis rurais.

Representantes de sindicatos do funcionalismo público estadual cobraram a realização de concursos públicos para diferentes órgãos e secretarias e o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) dos anos em que a correção não foi concedida. A falta de oferta de qualificação profissional e a efetividade da renúncia fiscal dada pelo governo também foram alvo de discussões.

Fonte: ALMT

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