Política
Deputado Thiago Silva viabiliza mais de R$1,3 milhão para o Hospital Paulo de Tarso
Thiago na plenária da AL
Foto: ANGELO VARELA / ALMT
O deputado estadual Thiago Silva (MDB) viabilizou em seu mandato mais de R$ 1,3 milhão para o Hospital Psiquiátrico Paulo de Tarso que realiza atendimento filantrópico em Rondonópolis para pessoas que possuem transtornos mentais.
O recurso foi garantido por meio da emenda do deputado ao Projeto de Lei n 10.709/2018 para alterar o Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (FEEF/MT) e inserir o Hospital Paulo de Tarso, a partir de 2020, entre as instituições contempladas com os recursos do fundo.
A emenda foi aprovada pela Casa de Leis e, de acordo com relatório apresentado pelo Hospital Paulo de Tarso, até janeiro de 2022, a instituição já recebeu mais de R$ 1,3 milhão para prestar atendimento para familiares e pessoas que possuem problemas mentais.
Thiago Silva afirma que continuará trabalhando em prol da saúde, ainda mais em tempos de pandemia. “Temos um cuidado especial com a pauta da saúde mental, pois é algo que vivenciamos de perto e para mim é uma alegria imensa garantir recursos para um Hospital que presta um serviço tão sério e humanizado em Rondonópolis e toda a região”, lembra o deputado Thiago Silva.
“Este é um dos mais lindos projetos de um parlamentar, que já é um case de sucesso a nível de Brasil pois envolve pessoas voluntários que com carinho, prestam atendimento e cuidam de famílias que carecem do apoio do poder público”, disse Suellen Cristina.
Janeiro Branco – O deputado Thiago Silva também criou em Rondonópolis, junto de voluntários, uma Rede de Apoio às Pessoas que possuem problemas mentais. O projeto já atendeu de forma gratuita centenas de pessoas com oficinas, palestras em escolas e atendimento psicoterapêutico individualizado.
Thiago Silva também é o autor da Lei estadual 11377/2021 que criou a Rede de Apoio às Pessoas com esquizofrenia. “Nosso intuito é resgatar o bem estar e a alta estima de pessoas que por ventura estão sofrendo com problemas de ansiedade, depressão, fobia e traumas. Vamos continuar trabalhando em prol da saúde mental da nossa população”, finaliza o deputado.
Política
TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.
O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.
No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.
A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.
Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.
Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.
A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.
Fonte Folhamax
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