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Botelho visita Cáceres e recebe reivindicações


Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

Cumprindo agenda na Região Oeste de Mato Grosso, o deputado Eduardo Botelho (União Brasil), presidente da Assembleia, visitou lideranças e conversou com moradores de Cáceres, na sexta-feira (18), antes de seguir para Lambari D´Oeste.

O deputado entregou emendas e convênios para ajudar o município, com  emendas de R$ 150 mil para o Projeto Alma Vida; R$ 200 mil para o evento Cultural Gastronômico é mais dois convênios, sendo um de  

R$ 200 mil para perfuração de dois poços artesianos para levar água potável aos assentamentos Facão Bom Jardim e Horizonte D´Oeste e outro de R$ 1,5 milhão para a pavimentação asfáltica de 1,5 km de ruas do bairro São Lourenço.

“Sigo firme conhecendo in loco as demandas do estado. Hoje com lideranças, estou visitando a Região Oeste. Nossa primeira parada foi em Cáceres onde conversamos com a viúva do professor Adriano Silva que foi um grande representante da Unemat, Anelisa Silva Sintra. Lá, recebi reivindicações dos vigilantes da Universidade do Estado de Mato Grosso que me pediram apoio à questão com a empresa onde prestaram serviços de vigilância há mais de um ano, mas não receberam seus diretos trabalhistas. Também estive no Corpo de Bombeiros Militar, que funciona em um prédio alugado. A boa notícia é que a prefeitura já se comprometeu a viabilizar e doar um terreno. Vou me empenhar para construção da nova sede”, assegurou Botelho.

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Também concedeu entrevista na rádio Difusora de Cáceres e se comprometeu a viabilizar melhorias para a Saúde. Durante as reuniões na cidade, Botelho recebeu da prefeita Eliene Liberato Dias, pedido de apoio por mais pavimentação asfáltica, no distrito Vila Sadia. “Conte comigo prefeita, vamos trabalhar para Cáceres avançar ainda mais pela cidade”, garantiu.

Outra demanda que terá prioridade é a de levar água para todos moradores. O presidente Botelho fez uma visita na empresa Águas do Pantanal, autarquia criada há sete anos, que pretende, em 10 anos, realizar o saneamento básico em 90% do município. Atualmente, possui 25 mil ligações ativas que abastecem 27 mil famílias.

Fonte: ALMT

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TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

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A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

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Fonte Folhamax

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