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Badan determina abertura do ano legislativo e anuncia mudanças na câmara de Nova Mutum/MT

Na manhã desta terça-feira (04), o presidente da Câmara Municipal de Nova Mutum, Lucas Badan concedeu uma entrevista coletiva e anunciou a retomada oficial dos trabalhos da casa de leis com algumas novidades que tem o intuito de aproximar o grande público dos vereadores.

Ficou determinado que todas as sessões ordinárias serão realizadas as 18h com transmissão ao vivo pela Rádio Meridional FM.

Outra novidade anunciada pelo presidente é a criação da comissão de mobilidade urbana, comércio, indústria e inovações tecnológicas que, segundo Badan terá o vereador Rafael Brignoni como presidente.

Outra boa notícia trazida pelo líder do legislativo é que a empresa que venceu a licitação para fornecer os móveis planejados da câmara enfim entregou os itens e enquanto a coletiva de imprensa ocorria no saguão da câmara o novo plenário estava sendo montado.

Quando perguntado sobre uma possível revisão da lei orgânica do município, Badan disse que entende que ela precisa de uma revisão para atualizar questões que não foram previstas quando da sua criação e na última revisão que se tem notícia datada do ano de 2012.

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Badan agradeceu aos gestores que o antecederam, mas deixou claro que a partir de agora focará na sua maneira de fazer gestão e garantiu uma câmara mais próxima do povo e com total transparência nas suas ações.

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TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

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A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

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Fonte Folhamax

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