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Brasil

Alcolumbre cita rejeição unânime e arquiva PEC da “Bandidagem” no Senado

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), arquivou nesta 4ª feira (24.set.2025) a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 3 de 2021, a PEC da Blindagem, depois de o texto ser rejeitado por unanimidade na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). “Não há o que esclarecer. Assim, tendo em vista que CCJ aprovou, de forma unânime, parecer concluindo pela inconstitucionalidade da PEC e no mérito pela sua rejeição. Esta Presidência determina seu arquivamento, sem deliberação de plenário”, disse Alcolumbre ao iniciar a sessão no plenário.

O relator da proposta na CCJ, Alessandro Vieira (MDB-SE), que foi a favor da rejeição total, classificou o texto como “absurdo” e “vergonhoso”. A proposta foi pautada pelo presidente da comissão, Otto Alencar (PSD-BA), como o 1º item da reunião com o objetivo de “sepultar” o projeto. Não havia a necessidade de levar o texto ao plenário, tendo em vista o caráter terminativo da CCJ, entretanto, Alcolumbre confirmou que a PEC da Blindagem não será votada pelos 81 senadores.

“Cumprimos o que manda o regimento, sem atropelos, sem ‘disse me disse’, sem invenções. Senadores da CCJ concluíram com rapidez a votação da matéria, com coragem, altivez e serenidade de enfrentar tema que tem mobilizado sociedade e Parlamento. Isso é o que nos cabe como legisladores”, afirmou o presidente do Senado.

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NTENDA A PEC da Blindagem foi aprovada na Câmara dos Deputados em 2 turnos em 16 de setembro. No 2º turno, o placar foi de 344 votos a favor e 133 contra. Leia como votou cada deputado nesta reportagem do Poder360.

A proposta modifica os artigos 14, 27, 53, 102 e 105 da Constituição, ampliando as prerrogativas dos congressistas. O texto estabelece, entre outras coisas, que para um deputado ou senador ser preso ou processado, as respectivas Casas Legislativas precisam autorizar por maioria simples (257 votos na Câmara e 41 no Senado).

Para isso, teriam um prazo de 90 dias após a determinação da Justiça. O voto também seria secreto. Além disso, os deputados e senadores só poderiam ser presos em flagrante por crimes inafiançáveis na Constituição, como racismo e “terrorismo”. Mesmo em flagrante, a manutenção da prisão ou da investigação depende de decisão da respectiva Casa, que, nesse caso, deveria ser em até 24h.

Poder 360: Esta reportagem foi escrita pelo estagiário de jornalismo Davi Alencar sob a supervisão da editora-assistente Isadora Albernaz.

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Brasil

Flávio Bolsonaro usa pronome neutro ao pedir apoio e provoca reação entre aliados

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, gerou repercussão nas redes sociais ao utilizar linguagem neutra em uma publicação pedindo união para derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de outubro.

No X (antigo Twitter), Flávio escreveu: “Tá todo mundo querendo vencer a discussão. Mas o que precisamos é ganhar a eleição! Gostaria de contar com todas, todos, todes, todys e todxs!”.

A manifestação ocorreu em meio a debates públicos dentro do próprio campo conservador.

Racha no entorno da pré-campanha
Nos últimos dias, Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Carlos Bolsonaro (PL) fizeram cobranças públicas a aliados por maior ênfase no apoio à pré-candidatura de Flávio. Eduardo chegou a criticar o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), cobrando mais comprometimento.

A publicação do senador foi interpretada nos bastidores como um apelo por menos disputas internas e mais foco na eleição.

Reações da base conservadora
Parte dos apoiadores reagiu de forma crítica ao uso de termos associados à linguagem neutra, pauta historicamente rejeitada por setores conservadores. Alguns usuários afirmaram que deixariam de apoiá-lo; outros ironizaram a situação ou questionaram o posicionamento ideológico do senador.

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Também circularam memes e montagens em resposta à postagem.

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