Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Polícia

Moradores relatam gritos e tiros em local utilizado como tribunal do crime e cemitério clandestino

Foto: Rogério Florentino/Olhar Direto

O terreno alvo de buscas da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na região do Parque do Lago, em Várzea Grande (região metropolitana de Cuiabá), onde estariam enterrados os corpos de pelo menos três pessoas, também seria utilizado como o tribunal do crime. Diversos vestígios foram encontradas pelos arredores, mas o paradeiro das supostas vítimas ainda segue um mistério.

“É uma área onde nós sabemos que os criminosos utilizam tanto para praticar os denominados ‘salves’ [sessões de espancamento], como também para esconder material ilícito. Na semana passada, localizamos um corpo na região, assim também como no ano passado. Temos suspeita e informações de que existem mais restos mortais enterrados”, pontuou em entrevista exclusiva ao Olhar Direto o delegado titular da DHPP, Fausto Freitas.

Relatos colhidos pela reportagem no local apontam para diversas execuções que teriam acontecido ao longo do tempo.

“Durante a noite, o movimento aqui na região é bastante grande. A gente escuta e vê passando carro, moto, caminhonete nessa região. São comuns os gritos de socorro, barulhos de tiro”, disse uma pessoa que preferiu não se identificar.

Leia Também:  Colíder está em primeiro lugar no ranking de vacinação contra Covid em Mato Grosso
A Polícia Civil encontrou um local limpo, em meio a mata fechada, que serviria como o tribunal do crime. No ponto, embaixo de uma grande árvore, existe até uma espécie de banco improvisado.

Foto: Rogério Florentino/Olhar Direto

Fonte: OlharDireto
Propaganda

Investigação

Mãe é presa suspeita de queimar filho de sete anos com colher

 

Segundo o Conselho Tutelar, menino teria sido agredido como forma de punição após desobedecer à babá. Criança de 2 anos que também vivia na casa foi levada para um abrigo junto com o irmão

 

Uma mulher foi presa na última quinta (3), suspeita de queimar o próprio filho, de 7 anos, com uma colher quente, em Cidade Ocidental, no Entorno do Distrito Federal. Segundo o Conselho Tutelar de Cidade Ocidental, a criança apresenta várias queimaduras e, conforme informações colhidas pelo órgão, já vinha sendo vítima de maus-tratos praticados pela mãe.

O caso chegou ao Conselho Tutelar por meio de uma denúncia anônima. A Polícia Militar foi até a casa da família e encontrou a criança ferida.

Como o nome da mulher não foi divulgado, o g1 não conseguiu localizar a defesa dela até a última atualização desta reportagem.

Segundo o Conselho Tutelar, a mãe foi informada de que o filho havia cometido uma “malcriação” enquanto estava na casa da cuidadora. Diante da informação, ela entrou no quarto onde a criança estava e passou a agredi-la fisicamente.

Leia Também:  Criminoso tenta atirar em PMs e morre baleado em confronto com a Força Tática em MT

Em seguida, ainda de acordo com o órgão, a mulher saiu do quarto, aqueceu uma colher e retornou, usando o objeto quente para provocar queimaduras em diversas partes do corpo do filho.

Indícios de maus-tratos anteriores

O Conselho Tutelar informou ao g1 que, conforme as informações colhidas pelo órgão, o menino já vinha sendo vítima de maus-tratos praticados pela mãe.

Além do menino de 7 anos, uma criança de 2 anos, também filha da suspeita, morava na residência. Segundo apuração da TV Anhanguera, as duas crianças foram retiradas da casa e encaminhadas para acolhimento.

De acordo com o Conselho Tutelar, o menino está sob responsabilidade e acompanhamento do órgão e permanece em acolhimento e proteção até que a Vara da Infância e Juventude se manifeste e decida quais medidas serão adotadas.

A mulher foi presa pela Polícia Militar. O g1 procurou a Polícia Civil para obter mais informações sobre a prisão e a investigação e aguarda retorno.

Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA