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Dono de lava-jato iria jogar 16 kg de cal no corpo de empresária para apressar decomposição

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O segundo preso pela ocultação do corpo de Rosemeire Soares Perin, de 56 anos, o faccionado do Comando Vermelho (CV) Pedro Paulo de Arruda, de 29 anos, é dono do lava-jato Risadinha, em Várzea Grande. Ele foi detido em sua casa, no bairro São Mateus, com 16 kg de cal, o qual usaria para acelerar a decomposição do corpo da vítima e mascarar o cheiro.

Durante sua prisão, na noite de quinta-feira (18), ele confessou para a equipe da Rotam que pretendia ir ao local de desova despejar o produto. Já em depoimento, na Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), ele negou ter participação no crime e disse que o cal era para pintar o seu lava-jato.

A empresária foi assassinada por Jefferson Rodrigues da Silva, 33 anos, que costumava realizar freelances no comércio de Pedro. O assassino foi preso na tarde de quinta-feira, nos fundos do lava-jato de seu comparsa.

A DHPP investiga o motivo que teria levado Pedro a ajudar Jefferson se livrar do corpo da vítima. A primeira hipótese levantada é que Pedro ficaria com o Hyundai HB20 que pertencia a empresária.

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Jefferson matou Rosemeire, após ela cobrar uma dívida de R$ 1,4 mil, referente a produtos e a manutenção de uma máquina de sorvete. Ele deu uma gravata, amarrou e amordaçou a mulher. Depois de alguns minutos ela acordou, momento em que ele pegou uma faca e deu três golpes no seu pescoço.

A família da empresária registrou seu desaparecimento na quarta-feira (17).

No dia seguinte, a Polícia Militar (PM) e a Polícia Judiciária Civil (PJC) encontraram o corpo e os envolvidos no homicídio de Rosemeire.

Fonte: Reporter MT

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Homem investigado por importunação sexual durante entrevista de empregado é preso em Cuiabá 

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 Assessoria | Polícia Civil-MT

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DDM) de Cuiabá, efetuou a prisão de um empresário na sexta-feira (26.02) em ação para cumprimento de mandado de prisão preventiva.

O suspeito de 45 anos teve a ordem judicial de prisão decretada, após investigação em quatro procedimentos de inquéritos policiais conduzidas pela DDM de Cuiabá, todos envolvendo crime de violência sexual contra várias vítimas. 

De acordo com o delegado de polícia responsável pelas diligências, Cley Celestino Batista, a equipe da Delegacia da Mulher já estava em investigações e serviços de campana há alguns dias, quando na sexta-feira (26) uma policial civil avistou o empresário saindo de um comércio na Capital.

“De imediato a investigadora solicitou apoio de uma equipe da Delegacia Fazendária (Defaz), que prontamente auxiliou no cumprimento do mandado de prisão e condução do autor”, destacou o delegado.

Conforme apurado pela Polícia Civil, no ano passado (2020) o empresário foi preso em flagrante por importunação sexual cometido contra uma vítima de 18 anos. Na ocasião, ele declarou que foi até a empresa do autor, na época, para uma entrevista de trabalho e, ao longo da entrevista sofreu várias situações de constrangimentos por parte dele,  o qual lhe obrigou, inclusive a tirar suas roupas e mostrar suas tatuagens, sendo praticado o crime de importunação sexual  mediante a sequência de atos libidinosos perpetrados contra a vítima.

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Além da vitima em questão, outras três mulheres registraram ocorrência da mesma natureza, também em 2020, imputando ao autor o crime de importunação sexual e assédio sexual.  Na narrativa das vítimas, a Polícia Civil constatou o mesmo “modus operandi” contra todas.

A delegada Jozirlethe Magalhães Criveletto ressalta que a investigação também reporta para a importância da denúncia por parte das vítimas. “A partir do momento em que não somente a primeira vítima, mas outras criaram a coragem para denunciar o autor, houve condições de se representar por uma prisão preventiva com bases sólidas, de que esse autor, estando livre, poderia vir a praticar o mesmo crime contra outras vítimas”, frisou a delegada. 

Fonte: PJC MT

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