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Mato Grosso

Webinário CNJ: Rede de Pesquisa Judiciária reúne grupos para troca de experiências dia 15

Com a publicação da Resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) n. 462/2022, a gestão de dados, estatística e a produção de estudos do Poder Judiciário passaram a ser organizadas e geridas pela Rede de Pesquisas Judiciárias (RPJ). Os Grupos de Pesquisas Judiciárias (GPJs), que integram a rede e que foram criados pelos tribunais vão se reunir pela primeira vez em um webinário promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
 
O encontro virtual será realizado pela plataforma Cisco Webex, na próxima quinta-feira (15 de dezembro), a partir das 17h (horário de Brasília) e tem o objetivo de proporcionar a troca de experiências entre os participantes. Para participar, não é necessária inscrição, basta acessar o link https://cnjjusbr.webex.com/cnjjusbr-pt/j.php?MTID=m0832c5cabf33f305c39848aa8e00eb9e
 
De acordo com a norma, é facultado aos órgãos com menos de 1000 servidores(as) a criação desses grupos. Os GPJs são multidisciplinares e contam com a participação de servidores(as) com experiência em pesquisa e análise de dados.
 
A Resolução prevê ainda que cabe aos grupos zelar pela consistência e integridade das bases de dados dos tribunais; supervisionar as remessas de dados ao CNJ, buscando a consistência da informação e o envio nos prazos estabelecidos; e realizar e/ou fomentar e apoiar a elaboração de estudos e diagnósticos, utilizando, sempre que possível, a Base Nacional de Dados do Poder Judiciário (DataJud) como fonte primária de dados.
 
Esses grupos também deverão atuar para que as Tabelas Processuais Unificadas (TPUs) sejam utilizadas em sua versão mais recente nos respectivos sistemas processuais, conforme as atualizações feitas pelo CNJ, e atuar pela implantação do Programa Justiça 4.0, com vistas ao aprimoramento da Justiça digital.
 
Durante o “Webinário – Primeira reunião da Rede de Pesquisas Judiciárias”, o Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ/CNJ) deve apresentar as iniciativas para o ano de 2023. Além disso, os participantes trocarão informações sobre a organização, validação de bases de dados, produção de estatísticas e elaboração de pesquisas empíricas e diagnósticos, a partir das experiências nos órgãos, além de oferecer sugestões para os trabalhos da Rede.
 
A Rede surge com desafios como a construção de uma cultura de pesquisa no âmbito dos tribunais, a partir de uma agenda que contribua para a construção de políticas judiciárias. O diálogo entre a Rede de Pesquisa Judiciária e a comunidade científica tem sido fortalecido pelo DPJ, por meios de eventos que têm discutido a produção de pesquisas empíricas e sua importância para o embasamento e justificativa de dados utilizados pelo Judiciário.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: Arte quadrada com fundo laranjado com o texto: Primeira reunião da Rede de Pesquisas Judiciárias. Do lado direito o símbolo de uma balança. Na base, o logo do CNJ.
 
Alcione dos Anjos
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Cidades

Mato Grosso deixa de destruir maquinários apreendidos e passa a destiná-los aos municípios

Mato Grosso deu um passo importante na política ambiental ao adotar uma nova destinação para maquinários apreendidos em fiscalizações. A partir de agora, os equipamentos não serão mais destruídos, mas repassados às prefeituras para utilização em obras e na manutenção de estradas, principalmente nas regiões que atendem a agricultura familiar.

A mudança foi formalizada por meio de um memorando de intenções firmado pela Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), em parceria com o Governo do Estado, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) e o Ministério Público Estadual.

A iniciativa representa uma mudança de paradigma na gestão dos bens apreendidos, transformando equipamentos que antes eram inutilizados em ferramentas de apoio ao desenvolvimento local. Na prática, os maquinários passam a contribuir diretamente com a infraestrutura dos municípios, fortalecendo o escoamento da produção e o atendimento às comunidades rurais.

Segundo o presidente da AMM, Hemerson Máximo, conhecido como Maninho, a medida é resultado da atuação conjunta da entidade com os municípios e demonstra que é possível alinhar preservação ambiental com desenvolvimento econômico.

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“Estamos transformando o que antes era perdido em benefício direto para a população. Proteger o meio ambiente e defender Mato Grosso caminham juntos”, destacou.

Com a iniciativa, o estado busca dar mais eficiência à política ambiental, ao mesmo tempo em que reforça a estrutura dos municípios e amplia o apoio à agricultura familiar.

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