Mato Grosso
Programa Corregedoria Participativa promove colaboração intensiva em Nova Xavantina
Nesta quarta-feira (13), o Programa Corregedoria Participativa criou oportunidade para magistrados e servidores da Comarca de Nova Xavantina (a 645 km a leste de Cuiabá) dialogarem pessoalmente com o corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva e comitiva, composta pelos juízes-auxiliares Emerson Cajango e Christiane da Costa Marques, coordenador da Corregedoria-Geral de Justiça (CGJ), Flávio Paiva além de servidores da CGJ.
O juiz-diretor do Fórum, Ricardo Nicolino de Castro, e o juiz da 2ª Vara, Carlos Eduardo de Moraes e Silva, recepcionaram o corregedor e equipe. Os magistrados se colocaram à disposição para receber as orientações da Corregedoria. “Aproveito para elogiar publicamente os servidores de Nova Xavantina. Todos eles apresentam uma dedicação notável”, declarou o juiz-diretor.
Flávio Paiva, coordenador da CGJ, traçou um breve histórico da evolução tecnológica do Judiciário mato-grossense, com ênfase no Programa Justiça 4.0 do CNJ. Ele também abordou a atuação da Central de Processamento Eletrônico (CPE), a implementação do Juízo 100% Digital e os Núcleos de Justiça (Execução Fiscal Estadual, Direito Bancário, Juizados Especiais, NAE, NIPO e NAS).
Colaboração – Enquanto o corregedor-geral, desembargador Juvenal Pereira e a comitiva da CGJ realizavam o programa em Nova Xavantina, o juiz Rodrigo Curvo e dois assessores promoviam a integração na Comarca de Ribeirão Cascalheira (900 km a leste de Cuiabá), em colaboração com o Programa Corregedoria Participativa. Lá foram recepcionados pela juíza-diretora, Raissa Amaral.Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT
Cidades
Mato Grosso deixa de destruir maquinários apreendidos e passa a destiná-los aos municípios

Mato Grosso deu um passo importante na política ambiental ao adotar uma nova destinação para maquinários apreendidos em fiscalizações. A partir de agora, os equipamentos não serão mais destruídos, mas repassados às prefeituras para utilização em obras e na manutenção de estradas, principalmente nas regiões que atendem a agricultura familiar.
A mudança foi formalizada por meio de um memorando de intenções firmado pela Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), em parceria com o Governo do Estado, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) e o Ministério Público Estadual.
A iniciativa representa uma mudança de paradigma na gestão dos bens apreendidos, transformando equipamentos que antes eram inutilizados em ferramentas de apoio ao desenvolvimento local. Na prática, os maquinários passam a contribuir diretamente com a infraestrutura dos municípios, fortalecendo o escoamento da produção e o atendimento às comunidades rurais.
Segundo o presidente da AMM, Hemerson Máximo, conhecido como Maninho, a medida é resultado da atuação conjunta da entidade com os municípios e demonstra que é possível alinhar preservação ambiental com desenvolvimento econômico.
“Estamos transformando o que antes era perdido em benefício direto para a população. Proteger o meio ambiente e defender Mato Grosso caminham juntos”, destacou.
Com a iniciativa, o estado busca dar mais eficiência à política ambiental, ao mesmo tempo em que reforça a estrutura dos municípios e amplia o apoio à agricultura familiar.
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