Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Mato Grosso

Juiz leva Círculos de Paz a gestores de três cidades e defende inclusão nas políticas públicas

O coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC) da comarca de Chapada dos Guimarães, juiz Leonísio Salles de Abreu Júnior, esteve reunido com representantes dos Poderes Legislativo e Executivo dos municípios que compõem a comarca, Chapada dos Guimarães, Nova Brasilândia e Planalto da Serra. O resultado da rodada de conversas foi a formalização do compromisso de aprovar e sancionar projetos de leis instituindo os círculos de construção de paz nas escolas municipais como parte das políticas públicas desses municípios.
 
Para mostrar aos gestores públicos a importância da inciativa, o juiz realizou os círculos com as autoridades. Os primeiros ocorreram entre 26 e 27 de maio e estão na programação outros eventos no dia 7 de junho. O objetivo é apresentar a técnica restaurativa aos secretários de educação, diretores de escolas, dentre outros colaboradores da área escolar dos três municípios.
 
“É necessário que o Judiciário sirva de ponte para apresentar a técnica e capacitar futuros facilitadores dos municípios para que estes, num futuro próximo, possam aplicar círculos da paz de forma autônoma nas escolas da comarca”, explica o magistrado.
 
Está em tramitação, na Câmara de Planalto da Serra, um projeto de Lei que visa à instituição de políticas públicas de práticas restaurativas nas escolas, entre elas a mediação de conflitos escolares, círculos de construção de paz e círculos restaurativos.
 
Já em Nova Brasilândia e Chapada dos Guimarães já foram aprovaram as respectivas leis, tendo Nova Brasilândia já sancionado o ato normativo, e Chapada deve ocorrer o mesmo.
 
O coordenador do Cejusc avalia que os encontros foram produtivos e acredita que os participantes compreenderam a importância da introdução do diálogo e do cultivo da paz aos pré-adolescentes “desconectados de seus smartphones” para que eles possam, com maior facilidade, compreender um novo olhar restaurativo na política de solução de conflito.
 
De acordo com a gestora do Cejusc de Chapada, Ildenês Rocio Ribas Reis, “os resultados experimentados nas escolas têm se mostrado os melhores possíveis, seja no fortalecimento de vínculos entre os docentes, seja com os discentes, que por sua vez tornam-se poderosos multiplicadores da comunicação não violenta e da escuta empática”.
 
O círculo de construção de paz é uma importante ferramenta da Justiça Restaurativa e aplicada hoje pelo Poder Judiciário mato-grossense como mecanismo na pacificação de conflitos, fortalecendo, nutrindo e recuperando vínculos de toda ordem. Por meio de técnicas bem definidas e de comunicação não violenta, o círculo cria um ambiente seguro aos participantes.
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição de imagem: Foto colorida onde os participantes de uma das reuniões aparecem sentados em cadeiras dispostas em círculo.
 
Andhressa Barboza
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 
 

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Inscreva-se para o Congresso sobre constitucionalização de direitos
Propaganda

Cidades

Mato Grosso deixa de destruir maquinários apreendidos e passa a destiná-los aos municípios

Mato Grosso deu um passo importante na política ambiental ao adotar uma nova destinação para maquinários apreendidos em fiscalizações. A partir de agora, os equipamentos não serão mais destruídos, mas repassados às prefeituras para utilização em obras e na manutenção de estradas, principalmente nas regiões que atendem a agricultura familiar.

A mudança foi formalizada por meio de um memorando de intenções firmado pela Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), em parceria com o Governo do Estado, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) e o Ministério Público Estadual.

A iniciativa representa uma mudança de paradigma na gestão dos bens apreendidos, transformando equipamentos que antes eram inutilizados em ferramentas de apoio ao desenvolvimento local. Na prática, os maquinários passam a contribuir diretamente com a infraestrutura dos municípios, fortalecendo o escoamento da produção e o atendimento às comunidades rurais.

Segundo o presidente da AMM, Hemerson Máximo, conhecido como Maninho, a medida é resultado da atuação conjunta da entidade com os municípios e demonstra que é possível alinhar preservação ambiental com desenvolvimento econômico.

Leia Também:  Poder Judiciário de Mato Grosso

“Estamos transformando o que antes era perdido em benefício direto para a população. Proteger o meio ambiente e defender Mato Grosso caminham juntos”, destacou.

Com a iniciativa, o estado busca dar mais eficiência à política ambiental, ao mesmo tempo em que reforça a estrutura dos municípios e amplia o apoio à agricultura familiar.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA