Mato Grosso
Construções dos quatro novos Hospitais Regionais avançam em Mato Grosso
Obra mais adiantada é a do Hospital Regional de Alta Floresta, que foi iniciada em junho de 2022 e está 67,8% concluída.
As obras dos novos Hospitais Regionais de Alta Floresta, Tangará da Serra, Juína e do Araguaia, em Confresa, estão a todo vapor. A previsão é de que essas unidades sejam entregues a partir de 2025.
O secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo, avaliou positivamente o avanço das obras e destacou que os novos hospitais preencherão vazios assistenciais importantes no Estado.
“A atual gestão do Governo do Estado constrói seis novos hospitais em Mato Grosso, sendo que quatro deles estão em pontos estratégicos do interior do estado. Não temos dúvidas de que esses hospitais preencherão vazios que perduraram por décadas e irão atender de forma mais efetiva a população que necessita das estruturas de saúde”, disse.
A construção mais adiantada é a do Hospital Regional de Alta Floresta, que foi iniciada em junho de 2022 e está 67,8% concluída. O valor já transferido para a execução da obra foi de R$ 97,9 milhões. O investimento total na unidade será de R$ 144,3 milhões em obras.
A obra do Hospital Regional de Juína foi iniciada em maio de 2022 e recebeu, até o momento, investimentos de R$ 50,2 milhões. Já foram executados 40% do projeto. A aplicação financeira para a conclusão da unidade totalizará R$ 125,5 milhões em obras.
O Hospital Regional do Araguaia, em Confresa, já recebeu um aporte financeiro de R$ 45 milhões. Na unidade, já foram executados 34,8% dos serviços, e o hospital receberá um investimento total de R$ 129,2 milhões em obras.
O Hospital Regional de Tangará da Serra está com 374% da obra realizada e já foram aplicados R$ 47,7 milhões para a execução da obra. O investimento total no hospital será de R$ 127,5 milhões em obras.
A secretária adjunta de Infraestrutura e Tecnologia da Informação da SES, Mayara Galvão, explicou que os novos hospitais são concebidos com base no que há de mais moderno na área da saúde.
“Esses quatro Hospitais Regionais já nascem maiores dos que os outros e serão equipados com estruturas modernas e tecnológicas, garantindo um atendimento de qualidade à população. A construção dessas unidades é um passo fundamental para melhorar o acesso à saúde em regiões que historicamente careceram deste tipo de serviço”, acrescentou.
Estrutura
As novas estruturas contarão com 111 leitos de enfermaria e 40 leitos de UTI – entre adulto, pediátrico, neonatal e unidade semi-intensiva neonatal – para atendimento na média e alta complexidade.
As unidades também vão ter 10 consultórios médicos, dois consultórios para atendimento a gestantes, seis salas de centro cirúrgico, além de espaços para banco de sangue, banco de leite materno e realização de exames, como tomografia e colonoscopia.
Outros grandes hospitais
Além dos quatro novos Hospitais Regionais, o Governo do Estado está construindo duas grandes unidades hospitalares em Cuiabá – o Hospital Central e o novo Hospital Universitário Júlio Muller.
Com investimento de R$ 221,8 milhões em obras, o Hospital Central, cuja construção ficou abandonada por 34 anos, já está 95% executado e terá capacidade para oferecer 1.990 internações, 652 cirurgias, 3 mil consultas especializadas e 1,4 mil exames por mês. A unidade será referenciada para os serviços de alta complexidade em saúde.
Já o novo Hospital Júlio Muller, executado pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT), tem 58,3 mil metros quadrados de área construída e já está 70% executado. A unidade hospitalar é construída por meio de um convênio entre o Governo e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em um investimento total de R$ 221 milhões, divididos entre Estado e União.
Fonte: Ana Lazarini/SES-MT
Cidades
Mato Grosso deixa de destruir maquinários apreendidos e passa a destiná-los aos municípios

Mato Grosso deu um passo importante na política ambiental ao adotar uma nova destinação para maquinários apreendidos em fiscalizações. A partir de agora, os equipamentos não serão mais destruídos, mas repassados às prefeituras para utilização em obras e na manutenção de estradas, principalmente nas regiões que atendem a agricultura familiar.
A mudança foi formalizada por meio de um memorando de intenções firmado pela Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), em parceria com o Governo do Estado, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) e o Ministério Público Estadual.
A iniciativa representa uma mudança de paradigma na gestão dos bens apreendidos, transformando equipamentos que antes eram inutilizados em ferramentas de apoio ao desenvolvimento local. Na prática, os maquinários passam a contribuir diretamente com a infraestrutura dos municípios, fortalecendo o escoamento da produção e o atendimento às comunidades rurais.
Segundo o presidente da AMM, Hemerson Máximo, conhecido como Maninho, a medida é resultado da atuação conjunta da entidade com os municípios e demonstra que é possível alinhar preservação ambiental com desenvolvimento econômico.
“Estamos transformando o que antes era perdido em benefício direto para a população. Proteger o meio ambiente e defender Mato Grosso caminham juntos”, destacou.
Com a iniciativa, o estado busca dar mais eficiência à política ambiental, ao mesmo tempo em que reforça a estrutura dos municípios e amplia o apoio à agricultura familiar.
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