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Mato Grosso

Comarca de Cláudia recebe o Programa Corregedoria Participativa

A Comarca de Cláudia (620 km ao norte de Cuiabá) recebeu na última semana o Programa Corregedoria Participativa, iniciativa da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT), que visa trazer toda a sociedade para dentro do Judiciário por meio do diálogo. Servidores conversaram com o corregedor-geral, desembargador Juvenal Pereira da Silva, e a equipe da CGJ-MT sobre as demandas com objetivo de entregar o melhor serviço aos usuários do Poder Judiciário.
 
A magistrada Thatiana dos Santos, que há uma década atua na Vara Única de Cláudia, falou da satisfação em receber o projeto em sua comarca. “Essa é a segunda visita que recebemos de uma equipe do TJ, a primeira foi em 2018, e é com muita alegria que vivenciamos novamente esse momento de troca, pois o nosso objetivo é estar junto com o Tribunal, e com o Conselho Nacional da Justiça”, disse.
 
O gestor judiciário, Oscar Trindade, detalhou que atualmente sua equipe possui seis pessoas e, portanto, os números da secretaria melhoraram. “Ter um número adequado de servidores é importante, afinal, sem as pessoas os processos não andam”, disse.
 
 
Trindade destacou ainda o importante papel da Coordenação da Corregedoria, liderada por Flávio de Paiva Pinto. “Temos todo o apoio da Coordenação da CGJ-MT, seja via grupo de WhatsApp onde prontamente somos atendidos por ele, pela Marcela e demais membros da equipe ou via contato telefônico. Ter esse apoio na questão administrativa também é fundamental para atingirmos nossos índices”, afirmou.
 
Quem também integrou a comitiva foi o juiz auxiliar da CGJ-MT, Eduardo Calmon. Ele lembrou que na oportunidade também foram colhidas algumas impressões de como estão sendo desenvolvidos os trabalhos relacionados ao foro extrajudicial (cartórios). “Estamos atentos em relação à qualidade do atendimento, mas também aos aspectos quantitativos dessas serventias”, explicou.
 
 
A juíza auxiliar da CGJ-MT, Christiane da Costa Marques Neves, aproveitou a visita ao município para levantar informações junto às delegacias em relação à violência doméstica, e visitou a casa de acolhimento de crianças e adolescentes. “Estamos aqui para entender melhor a necessidade desses serviços no município. Ouvindo quem está na ponta, podemos entender melhor a realidade e checar de que forma podemos contribuir nestas áreas”, disse.
 
De acordo o corregedor-geral, o Programa Corregedoria Participativa nasceu de uma conversa com os colegas pensando no entrelaçamento de ideias, e tem surtido efeitos positivos. “É importante que todos participem beneficiando o cidadão. Sempre lembrando que atrás desses números e metas existem pessoas, tem o jurisdicionado que vem de longe, e que nos procura, pois teve um direito violado. Ouvindo a todos vamos garantir a resolução dos conflitos dos nossos jurisdicionados”, disse.
 
#Paratodosverem Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: primeira imagem: foto horizontal colorida. O corregedor está em pé, ao centro, em frente ao Fórum da Comarca de Cláudia, rodeado por servidores.
 
 
Gabriele Schimanoski
Assessoria de Imprensa da CGJ-MT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Cidades

Mato Grosso deixa de destruir maquinários apreendidos e passa a destiná-los aos municípios

Mato Grosso deu um passo importante na política ambiental ao adotar uma nova destinação para maquinários apreendidos em fiscalizações. A partir de agora, os equipamentos não serão mais destruídos, mas repassados às prefeituras para utilização em obras e na manutenção de estradas, principalmente nas regiões que atendem a agricultura familiar.

A mudança foi formalizada por meio de um memorando de intenções firmado pela Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), em parceria com o Governo do Estado, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) e o Ministério Público Estadual.

A iniciativa representa uma mudança de paradigma na gestão dos bens apreendidos, transformando equipamentos que antes eram inutilizados em ferramentas de apoio ao desenvolvimento local. Na prática, os maquinários passam a contribuir diretamente com a infraestrutura dos municípios, fortalecendo o escoamento da produção e o atendimento às comunidades rurais.

Segundo o presidente da AMM, Hemerson Máximo, conhecido como Maninho, a medida é resultado da atuação conjunta da entidade com os municípios e demonstra que é possível alinhar preservação ambiental com desenvolvimento econômico.

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“Estamos transformando o que antes era perdido em benefício direto para a população. Proteger o meio ambiente e defender Mato Grosso caminham juntos”, destacou.

Com a iniciativa, o estado busca dar mais eficiência à política ambiental, ao mesmo tempo em que reforça a estrutura dos municípios e amplia o apoio à agricultura familiar.

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