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Mato Grosso

Centro de Inteligência: nota técnica tem checklist de demandas predatórias e fraudulentas

O novo site do Centro de Inteligência do Poder Judiciário de Mato Grosso divulga uma Nota Técnica elaborada pelo Grupo de Trabalho para consolidação de boas práticas na identificação e tratamento de demandas predatórias e fraudulentas que tramitam na primeira instância. O documento pode ser acessado on-line.
 
Foram avaliados dados do Núcleo de Monitoramento do Perfil de Demandas (NUMOPEDE) e pesquisas de experiências em outros Tribunais de Justiça do país. A nota técnica é composta de cinco partes: conceitos, boas práticas no tratamento de demandas predatórias e fraudulentas, análise de riscos e estratégias possíveis para gestão otimizada de acervo.
 
O trabalho ajuda juízes e juízes a avaliarem nas comarcas se há casos que podem configurar demandas predatórias e a avisarem ao Tribunal de Justiça por meio de procedimento específicos.
 
Alguns indicadores apontados na nota são recebimento de quantidade anormal de ações propostas por autores residentes em outras comarcas, iniciais sem documentos comprobatórios das alegações ou documentos não relacionados com a causa de pedir, uso de um mesmo comprovante de residência para diferentes ações, atividade anormal de advogados não atuantes na comarca com muitas ações distribuídas em um período, ações idênticas, entre outras.
 
Ao identificar a possibilidade de uso fraudulento da jurisdição, o magistrado ou magistrada têm a recomendação de verificar os indícios e a nota técnica orienta sobre como fazer essa verificação com um checklist de procedimentos a observar.
 
O grupo de trabalho que elaborou a nota foi instituído pelos magistrados e magistradas Luiz Octávio Oliveira Saboia Ribeiro, Tatyana Lopes de Araújo Borges, Rachel Fernandes Alencastro Martins, Walter Tomaz, Elmo Lamoia de Moraes, Viviane Brito Rebello, Patrícia Ceni dos Santos, Eviner Valério, Fernando Kendi Ishikawa e Ricardo Frazon Menegucci.
 
 
No link abaixo você tem acesso a outras matérias sobre o Centro de Inteligência:
 
 
 
 
 
Andhressa Barboza
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

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Cidades

Mato Grosso deixa de destruir maquinários apreendidos e passa a destiná-los aos municípios

Mato Grosso deu um passo importante na política ambiental ao adotar uma nova destinação para maquinários apreendidos em fiscalizações. A partir de agora, os equipamentos não serão mais destruídos, mas repassados às prefeituras para utilização em obras e na manutenção de estradas, principalmente nas regiões que atendem a agricultura familiar.

A mudança foi formalizada por meio de um memorando de intenções firmado pela Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), em parceria com o Governo do Estado, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) e o Ministério Público Estadual.

A iniciativa representa uma mudança de paradigma na gestão dos bens apreendidos, transformando equipamentos que antes eram inutilizados em ferramentas de apoio ao desenvolvimento local. Na prática, os maquinários passam a contribuir diretamente com a infraestrutura dos municípios, fortalecendo o escoamento da produção e o atendimento às comunidades rurais.

Segundo o presidente da AMM, Hemerson Máximo, conhecido como Maninho, a medida é resultado da atuação conjunta da entidade com os municípios e demonstra que é possível alinhar preservação ambiental com desenvolvimento econômico.

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“Estamos transformando o que antes era perdido em benefício direto para a população. Proteger o meio ambiente e defender Mato Grosso caminham juntos”, destacou.

Com a iniciativa, o estado busca dar mais eficiência à política ambiental, ao mesmo tempo em que reforça a estrutura dos municípios e amplia o apoio à agricultura familiar.

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