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Mato Grosso

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Queria eu escrever palavras sabidas, que abrissem o apetite, que dessem sede, fizessem estremecer o coração, atravessando os obstruídos canais de passagem. Uma última invenção. Uma última descoberta.

Descobrir o desconhecido não é coisa privativa de grandes heróis e viajantes. Não é coisa superior ou rara de Odisseu ou Marco Polo.

Não há uma pessoa que não seja um descobridor … um andarilho. (Na verdade já vi algumas)

Os eventos choram, dizem os franceses. As coisas, o lanço, o sucedido nos revelam e se deslindam a nós. A pessoa se constitui – descobre-se – sempre com e a partir do outro (que nem é tão outro assim).

Uma forma de entender essa descoberta, penso, não é só no atacado, quero dizer, observando os protagonistas, os grandes feitos, os que todos aplaudem. É possível também pegar no pequeno, nas minúcias. Trabalhar com o “atacado e o varejo” – expressões compreensíveis nessa comercialização que a gente vive, para ser bem claro! (mas não claro demais, Amigo Leitor, não claro demais! Não quero chegar a qualquer porto!)

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Liguemo-nos às dores da terra. Não tenhamos medo do sol, da chuva, da vida! Coisas extraordinárias acontecem! Tudo que ainda não tem cerca! Não tenha medo de se inclinar, mesmo que aflito, sobre o resto, sobre algumas ruínas, em um rio que corre o tempo inteiro.

Se quiser pegar minhas palavras não as destrua, porque minha palavra não é tão só essas letras juntadas (uma espécie de pele de imagem) aqui, elas têm caminhos outros que o da mercadoria, que o das publicações, elas são a dor do meu povo e da minha gente, que sabe que vivendo estamos para doer, estamos doendo e que jamais se esquece de amar, depois de perder.

*Emanuel Filartiga é promotor de Justiça em Mato Grosso

Fonte: MP MT

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Mato Grosso deixa de destruir maquinários apreendidos e passa a destiná-los aos municípios

Mato Grosso deu um passo importante na política ambiental ao adotar uma nova destinação para maquinários apreendidos em fiscalizações. A partir de agora, os equipamentos não serão mais destruídos, mas repassados às prefeituras para utilização em obras e na manutenção de estradas, principalmente nas regiões que atendem a agricultura familiar.

A mudança foi formalizada por meio de um memorando de intenções firmado pela Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), em parceria com o Governo do Estado, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) e o Ministério Público Estadual.

A iniciativa representa uma mudança de paradigma na gestão dos bens apreendidos, transformando equipamentos que antes eram inutilizados em ferramentas de apoio ao desenvolvimento local. Na prática, os maquinários passam a contribuir diretamente com a infraestrutura dos municípios, fortalecendo o escoamento da produção e o atendimento às comunidades rurais.

Segundo o presidente da AMM, Hemerson Máximo, conhecido como Maninho, a medida é resultado da atuação conjunta da entidade com os municípios e demonstra que é possível alinhar preservação ambiental com desenvolvimento econômico.

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“Estamos transformando o que antes era perdido em benefício direto para a população. Proteger o meio ambiente e defender Mato Grosso caminham juntos”, destacou.

Com a iniciativa, o estado busca dar mais eficiência à política ambiental, ao mesmo tempo em que reforça a estrutura dos municípios e amplia o apoio à agricultura familiar.

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