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Esportes

CBF insiste em boicotar seus produtos, e clubes são mais cúmplices do que vítimas

Em setembro do ano passado, um chute de fora da área de Pedrinho eliminou o Flamengo e levou o Corinthians à final da Copa do Brasil. Ele não terá a oportunidade de repetir o feito. Estará na França, enquanto os times de futebol mais populares do país se enfrentarem no Maracanã, agora pelas oitavas de final do torneio.

O atacante terá a companhia de Mateus Vital, titular também naquele jogo de 2018. Ambos estão convocados pela seleção brasileira que vai iniciar sua preparação para a Olimpíada do ano que vem. Sem o técnico. Sylvinho, escolhido para tentar a medalha de ouro, vai integrar, como faz há quase três anos, a comissão técnica de Tite na Copa América.

A Seleção não pode se desfalcar de um de seus auxiliares, mas clubes brasileiros podem perder titulares em partidas decisivas dos torneios mais importantes.

A CBF, por hábito, boicota seus produtos. Essa é a 17ª edição do Campeonato Brasileiro por pontos corridos e a organizadora ainda gera desequilíbrio técnico, ferindo cruelmente o princípio número um de igualdade que norteia qualquer liga exitosa.

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Ainda piores são as vendas de mando de campo, a representação pura do egoísmo, do desrespeito de clubes que favorecem um adversário e prejudicam outros 18 para rechearem seus cofres, quase sempre vítimas de gestões amadoras e incompetentes.

Os selecionados por André Jardine para o incógnito Torneio Maurice Revello desfalcarão três rodadas do Brasileirão, jogos de volta das oitavas de final da Copa do Brasil e da segunda fase da Copa Sul-Americana, além da decisão da Recopa, no caso do Athletico-PR contra o River Plate.

Jovens não são protagonistas em clubes de orçamentos opulentos. Palmeiras e Flamengo, por exemplo, não têm convocados – a lista contempla jogadores de até 22 anos. Sofre quem precisa formar para sobreviver financeira e esportivamente, e por isso investe na base, o que deveria ser modelo de sustentabilidade.

Gazeta Esportiva

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Esportes

Max Russi é destaque na transmissão oficial da FIFA durante a estreia do Brasil na Copa do Mundo

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi, do partido Podemos, teve sua aparição destacada na transmissão oficial da FIFA durante a estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, que aconteceu neste sábado (13) nos Estados Unidos. O evento esportivo é um dos mais aguardados do mundo, reunindo as melhores seleções em uma competição de amplo alcance.

O momento em que Max Russi foi registrado ocorreu durante a execução do hino nacional brasileiro, pouco antes do início da partida entre Brasil e Marrocos, que integra o Grupo C da competição. Este confronto foi realizado em Nova York e teve um alcance global, com transmissão para diversos países.

A presença do parlamentar mato-grossense nas arquibancadas da partida deixou muitos telespectadores surpresos, já que as câmeras da FIFA captaram o momento de sua aparição durante a cerimônia pré-jogo. Essa visibilidade garantiu a Max Russi um destaque inesperado, atraindo a atenção tanto de apoiadores quanto de internautas.

Nas redes sociais, a repercussão foi imediata. Usuários começaram a compartilhar capturas de tela da transmissão oficial, enfatizando a presença do presidente da Assembleia Legislativa nas imagens. A interação nas plataformas digitais foi intensa, com muitos comentando sobre a participação de Russi em um evento tão significativo.

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A Copa do Mundo de 2026 é um marco importante, sendo realizada em conjunto por Estados Unidos, México e Canadá. O torneio traz seleções de diferentes continentes, consolidando-se como uma das maiores competições esportivas do planeta e atraindo a atenção de milhões de fãs ao redor do mundo. A participação de figuras políticas, como Max Russi, ressalta a conexão entre o esporte e a sociedade, inserindo representantes regionais em um contexto global repleto de emoções e rivalidades.

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