Destaque
Sob protesto, deputados aprovam projeto da RGA em 1ª votação em MT
O projeto sobre o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) aos servidores estaduais foi aprovado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), durante sessão extraordinária, nesta segunda-feira (27). Em primeira votação, 13 deputados votaram a favor e 9 contra o parcelamento da recomposição salarial de 6%, correspondente às perdas inflacionárias de 2015, de 11,28%. Para ser colocada em prática, a mensagem ainda será apreciada em segunda votação.
Essa é a segunda vez que os parlamentares votam e aprovam a proposta em primeira votação. A outra havia sido anulada por determinação da Justiça por falhas na contabilização dos votos.
A votação foi acompanhada pelos grevistas, que cobram o pagamento integral das perdas inflacionárias. Após a aprovação, os manifestantes vaiaram os deputados que votaram a favor da proposta e gritaram que a greve, iniciada no dia 31 do mês passado, vai continuar.
Os deputados contrários ao projeto, na primeira votação, mantiveram o posicionamento, com exceção de Wagner Ramos (PSD). Votaram contra os seguintes parlamentares: José Carlos do Pátio (SD), Janaína Riva (PMDB), Zeca Viana (PDT), Sebastião Rezende (PR), Pery Taborelli (PSC), Emanuel Pinheiro (PMDB), Wancley Carvalho (PV), Dr. Leonardo (PSD) e Silvano Amaral (PMDB).
O projeto foi aprovado pelos deputados Mauro Savi (PR), Ondanir Bortolini, o Nininho, do PSD; Wilson Santos (PSDB), líder do governo na Assembleia; Eduardo Botelho (PSB), Gilmar Fabris (PSD), Dilmar Dal Bosco (DEM), Oscar Bezerra (PSB), Romoaldo Júnior (PMDB), José Domingos Fraga (PSD), Saturnino Masson (PSDB), Max Russi (PSB), Baiano Filho (PSDB), além de Wagner Ramos.
Segunda votação
O projeto seria apreciado em segunda votação em uma sessão extraordinária realizada logo após essa primeira sessão. No entanto, devido um pedido de vistas do deputado Zeca Viana, só deverá ser colocada em votação nesta terça-feira (28). Uma sessão já foi convocada para as 10h de amanhã, levando em consideração que o pedido de vistas tem prazo de 24 horas.
Antes da sessão de hoje, o grupo de deputados que votou a favor do projeto participou de uma reunião com o governador Pedro Taques (PSDB), no Palácio Paiaguás.
Proposta do governo
O projeto em questão propõe pagar a recomposição salarial em três parcelas de 2%. A primeira em 2016 e outras duas em 2017. O restante, de 5,28% [para atingir o percentual de 11,28 de correção], segundo o projeto, seriam pagos em duas parcelas, no ano que vem, no entanto, se a despesa com folha de pagamento de pessoal seja menor de 49%. Porém, essa quarta proposta foi rejeitada pelos servidores nesta semana.
Na terça-feira (21), os deputados estaduais mandaram uma contraproposta ao estado, elaborada em consenso com o Fórum Sindical, para o pagamento da RGA em três parcelas e 2% e uma de 4,21%. Entretanto, na quarta-feira (22), o governo rejeitou, dizendo que não tem condições financeiras.
G1 MT
Cidades
“Gilmarmendelândia” : Cúpula política de MT lança novo distrito que pode se tornar cidade

Um evento de “grosso calibre” político marcou a manhã deste sábado (21) no interior de Mato Grosso. Autoridades de diversas esferas se reuniram para o lançamento oficial do distrito de “Gilmarlândia”, batizado em homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, este natural de Diamantino (a 182 km de Cuiabá).
O lançamento atendeu a um chamado direto do megaempresário do agronegócio Eraí Maggi. Através de um áudio, divulgado via WhatsApp, Eraí convocou as principais lideranças do estado para prestigiar o empreendimento, que já conta com planejamento e mapa definidos.
A lista de autoridades presentes no evento reflete a influência do homenageado e do organizador,. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), e o deputado estadual Max Russi (PSB) já estavam no local do lançamento pela manhã. E aguardavam as chegadas do próprio ministro Gilmar Mendes e do governador Mauro Mendes (União).
ONDE FICA?
O novo distrito será situado após o Trevo da Libra, entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. O território é estratégico para o setor produtivo, sendo habitado em grande parte por funcionários dos grupos de Eraí e Blairo Maggi, que possuem extensas propriedades rurais na localidade.
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