Denuncia
Denúncia da família leva à prisão de jovem de 19 anos que passou a noite em motel com garota de 13

Um jovem de 19 anos foi preso na última terça-feira após ser denunciado por familiares por envolvimento sexual com uma adolescente de 13 anos, em um caso registrado na cidade de Alta Floresta, localizada a cerca de 852 quilômetros da capital Cuiabá. A ocorrência é tratada pelas autoridades como estupro de vulnerável, crime previsto no Código Penal Brasileiro.
De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar de Mato Grosso foi acionada após familiares relatarem que a adolescente havia saído de casa na noite anterior com um rapaz maior de idade e não retornou. Preocupada com a situação, uma testemunha entrou em contato telefônico com o jovem, solicitando que ele levasse a garota de volta para a residência da família.
Ainda conforme o registro policial, na manhã seguinte o suspeito apresentou a adolescente na casa dos familiares. Aos policiais, ambos relataram que permaneceram juntos durante toda a noite. Diante dos fatos, o Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso e adotar as medidas de proteção previstas em lei.
O jovem foi conduzido à delegacia e autuado por manter relação sexual ou praticar ato libidinoso com pessoa menor de 14 anos, conduta enquadrada como estupro de vulnerável. A pena prevista para esse tipo de crime pode variar de 8 a 15 anos de reclusão, independentemente de consentimento.
A adolescente está recebendo acompanhamento psicológico especializado, considerando a gravidade da situação. Segundo a polícia, o jovem não apresentou resistência no momento da condução e confirmou os fatos relatados.
O caso é tratado como de interesse público e serve de alerta aos pais e responsáveis. As autoridades reforçam a importância do diálogo familiar, do acompanhamento da rotina e das companhias de crianças e adolescentes, destacando que situações envolvendo menores de 14 anos configuram crime grave e devem ser denunciadas para garantir a proteção dos jovens e a responsabilização dos envolvidos.
J B News por Nayara Cristina
Denuncia
Ex-PM e advogado é acusado de aliciar e abusar de detentas

Uma série de denúncias chocantes coloca o advogado Cláudio Martins Lourenço no centro de uma investigação sobre abusos sexuais dentro da Penitenciária Feminina do Distrito Federal, a “Colmeia”. Ex-policial militar, Lourenço é acusado de utilizar as prerrogativas da profissão para coagir e explorar mulheres em situação de vulnerabilidade carcerária.
O “Modus Operandi”: gratuidade e ameaças
Segundo os relatos colhidos, o advogado selecionava detentas com condenações longas, oferecendo assistência jurídica gratuita ou doações financeiras para as famílias das internas. O objetivo seria criar uma relação de dependência e “dívida de gratidão”.
No entanto, o suporte jurídico rapidamente se transformava em abuso. Uma das vítimas relatou que, durante um atendimento no parlatório, o advogado exigiu que ela exibisse o corpo. Diante da negativa, ele teria se masturbado na frente da cliente, proferindo ameaças diretas: “Se você pilantrar comigo, você vai ver! Você me deve para o resto da vida!”.
Histórico de crimes sexuais e expulsão da PM
A ficha criminal de Cláudio Martins Lourenço revela um histórico extenso de violência. Expulso da Polícia Militar há 17 anos justamente por crimes sexuais, o agora advogado acumula:
14 inquéritos policiais e nove Termos Circunstanciados;
Duas condenações judiciais, incluindo uma por estupro;
Denúncias de sadismo: Em um dos casos registrados, ele é acusado de amarrar e humilhar uma garota de programa.
Estratégia de defesa
Recentemente, o advogado ganhou holofotes ao denunciar ter sido agredido por agentes dentro de uma delegacia do Distrito Federal. A defesa de Lourenço alega que as novas acusações de abuso e a exposição de seu passado criminal são tentativas de “assassinato de reputação” e uma retaliação por ele ter denunciado a suposta violência policial.
O caso segue sob investigação, e as autoridades apuram se há outras vítimas dentro do sistema prisional que foram silenciadas pelo medo de retaliação contra seus familiares.
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