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Via Brasil implanta medidas rígidas de controle sanitário nos postos de pedágio

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Fonte: Redação com Assessoria

As rodovias e o complexo logístico brasileiros são essenciais para dar suporte à segurança alimentar, ao abastecimento das cidades e ao pleno funcionamento da economia e das cadeias produtivas.

Tão logo foi apontado o risco pandêmico do Coronavírus, ainda no início de 2020, várias portarias ministeriais e decreto presidencial reiteraram essa condição de essencialidade das rodovias.

Para permitir que as cidades pudessem adotar medidas mais restritivas à circulação das pessoas e tentar controlar a disseminação comunitária do vírus, as rodovias tiveram que seguir funcionando, só que com redobrada cautela para evitar o contágio dos usuários e trabalhadores do sistema.

A Via Brasil MT Concessionária de Rodovias, responsável pela administração de dois eixos rodoviários concessionados pelo governo de Mato Grosso, adotou um rígido protocolo de assepsia, higienização e desinfecção de todos os ambientes públicos e de trabalho sob sua responsabilidade (Praças de pedágio, Bases de Serviços Operacionais e de Serviços de Atendimento aos Usuários e escritórios).

A companhia implantou um sistema de monitoramento e acompanhamento diário das condições de saúde dos colaboradores, tornou obrigatória a utilização de equipamentos de proteção individual (máscaras, protetores faciais, álcool 70% para a assepsia constante das mãos), ofereceu treinamento especial aos trabalhadores encarregados do atendimento direto aos usuários e disponibilizou álcool 70% e produtos de limpeza e assepsia em todos os ambientes.

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Uma equipe especializada formada por médico e enfermeira foi contratada exclusivamente para criar o protocolo, capacitar o pessoal, fiscalizar o cumprimento das medidas e também atender e acompanhar os casos identificados como suspeitos ou positivados.

As medidas foram adotadas desde a primeira quinzena de março de 2020, tão logo se deu a declaração de pandemia pela Organização Mundial de Saúde e em conformidade com as orientações das autoridades locais de saúde.

Todos os colaboradores têm a temperatura e a oxigenação aferidas duas vezes ao dia e respondem a um questionário sobre as condições físicas e de saúde. Ao primeiro sinal a pessoa é testada e afastada das funções até a confirmação do resultado do exame. Nos casos positivados a equipe de saúde da Via Brasil orienta, realiza o monitoramento e presta toda assistência, que chega abranger inclusive os familiares que porventura também tenham sido infectados.

Todas essas medidas garantiram segurança aos colaboradores e usuários e possibilitaram o pleno funcionamento e a manutenção dos serviços nos trechos concessionados das rodovias estaduais MT-100, na região Sul, e nas MT-320/208, localizada no Norte de Mato Grosso.

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Nas rodovias administradas pela Via Brasil passam as ambulâncias levando ou trazendo pacientes, trafegam os profissionais de saúde, os distribuidores de remédios, as entregas de equipamentos hospitalares e também as vacinas que chegam aos municípios.

As rodovias atendem também ao agronegócio, o comércio e a indústria, seja na aquisição de insumos ou no escoamento dos produtos, possibilitando o pleno funcionamento das atividades econômicas e colaborando com a arrecadação dos governos.

“A Via Brasil tem plena consciência da sua responsabilidade nesse momento. Não medimos e não mediremos esforços para colaborar com as autoridades sanitárias, preservando a saúde dos nossos colaboradores e usuários e permitindo a manutenção desse serviço essencial para a sociedade”, destacou João Garcia Couri Neto, presidente da companhia.

 

Fonte: Redação com Assessoria
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Cidades

Recuperada da Covid-19, tenente-coronel da PM de MT é homenageada pelo filho que a tem como fonte de inspiração

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O estudante Pedro Henrique Beserra de Oliveira, 13 anos, é só orgulho quando fala da mãe, a tenente-coronel da Polícia Militar  Hadassa Suzannah Beserra de Souza. Ele diz que prefere não falar da profissão da mãe com os amigos, especialmente com os quais se relaciona apenas em ambientes extrafamiliar.

Essa opção, explica Pedro Henrique, é mais por segurança mesmo. Entretanto, conta que já percebeu que passa a ser mais respeitado quando os colegas descobrem quem é sua mãe. Quando a veem de farda, então, ficam surpresos e até receosos. Mas, ao contrário do que os colegas imaginam antes de conhecê-la, Pedro Henrique garante que sua mãe é muito legal e, como ele a define, bem tranquila. “Não é nada brava, é mais tranquila que muitas mães de amigos meus que não são policiais”, atesta.

Tímido, Pedro Henrique é de pouca conversa. Mesmo acanhado durante a entrevista, admitiu que não descarta seguir a carreira da mãe. “Não sei ao certo ainda qual profissão escolher, mas pode ser policial militar, sim”, observa.

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Além de orgulhoso, o adolescente está muito feliz com a recuperação da saúde da mãe. É que a tenente-coronel Hadassa foi diagnosticada com a Covid-19, teve 50% dos pulmões comprometidos pela infecção e passou mais de 10 dias internada em Unidade de Terapia Intensiva(UTI), em Cuiabá.

Aos 37 anos, atleta e com uma saúde que poderia se dizer perfeita, há alguns meses ela se viu à beira da morte. Já está recuperada e voltou ao trabalho, porém ainda trata sequelas cardíacas decorrentes da Covid.

Hadassa conta que enquanto estava internada pensava especialmente no filho. E, diz, ao mesmo tempo em que temia a morte, deixar Pedro Henrique sem mãe, fazia suas orações e agradecia a Deus pelo amor e a saúde do filho e dos pais, Carlos Alberto de Souza Silva, 69, e Giselda Beserra de Souza, 61.

Um mês antes de Hadassa ser internada, os pais dela tiveram Covid. Eles se recuperaram sem a necessidade de internação hospital. A principal preocupação dela era a mãe, que está em tratamento de um câncer, mas dona Giselda surpreendeu a todos apresentando sintomas leves da Covid-19.

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“Essa pandemia está causando muita dor e sofrimento às famílias. No caso das mães, penso que nenhuma deveria passar pela dor de perder um filho, não é a ordem natural da vida”, avalia Hadassa.

Sobre o filho, a mãe orgulha diz que o apoiará na profissão que ele escolher. Mas, antes que ele escolha, juntos estão conhecendo e discutindo outras carreiras.

Hadassa se recorda que quando decidiu que faria o concurso para oficial da Polícia Militar isso, sim, foi surpresa em sua casa. Carlos Alberto e dona Giselda não esconderam o temor e as preocupações, mas ao final também a apoiaram a filha. “Hoje sei que eles se sentem orgulhosos”, completa.

Fonte: GOV MT

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