Cidades
Revitalização Urbanística e Paisagística do Centro Histórico de Diamantino pode sair do papel

O Concurso Público Nacional para escolha de Estudo Preliminar para a Revitalização Urbanística e Paisagística de parte do Centro Histórico da Cidade de Diamantino em Mato Grosso, foi organizado pela Fundação Getúlio Vargas e promovido pela Prefeitura Municipal de Diamantino. O resultado foi publicado no Diário Oficial da União e o escritório contemplado foi inscrito pela Arq Constrói Construtora LTDA, cuja equipe é coordenada pela arquiteta e urbanista, mestre em História (UFMT), Priscila Waldow.
De acordo com o edital as propostas apresentadas deveriam ser compostas por um conjunto de intervenções, reordenações e orientações urbanísticas, paisagísticas e de patrimônio histórico. Estas deveriam contemplar objetivos gerais pré-estabelecidos em edital, visando ampliar a qualidade de vida urbana e as práticas sociais, criando espaços de convívio inclusivos e propondo ações que potencializassem o núcleo histórico como um polo de atratividade do setor de turismo cultural.
O escritório de arquitetura e urbanismo contemplado tem se dedicado a projetos e pesquisas no campo do Patrimônio Histórico. Fizeram parte do projeto como autores os arquitetos e urbanistas Prof. Da UNEMAT Doutorando em Desenvolvimento de Produtos, Sistemas e Processos para Paisagens Culturais pela USP Fernando Birello de Lima, Lucas Gomes, Doutor em Planejamento Urbano e Regional pela USP, Mestrando em Engenharia das Construções pela UFOP e Tecnólogo em Conservação e Restauro de Imóveis no IFMG, Marcio Casimiro, Juliana Coelho e Murilo Lima além da contribuição de demais consultores e profissionais.
Confira detalhes da proposta ganhadora de Requalificação do Centro Histórico de Diamantino
REINTEGRAR O CENTRO: Propõe-se uma ressignificação positiva da identidade do Centro histórico de Diamantino para uma urgente valoração da população, e do seu respectivo patrimônio histórico, cultural e natural, através do equilíbrio criativo entre a preservação e a transformação, sobre a qual esta proposta entende a área de intervenção como potencial, mas não só, para uma abordagem que considera as dimensões social, econômica, cultural e ecológica em um espaço que está também carregado de imaterialidades, dinâmicas, constituindo um processo multiescalar, articulado com seu entorno imediato, com o município e com a região. Para além de sua localização predefinida, a área de intervenção desta proposta engloba as margens do Ribeirão do Ouro e sua pracinha, algumas de suas ruas adjacentes e respectivos edifícios iconografáveis, assim como do onipresente largo da matriz.
RELAÇÃO COM A CIDADE: em paralelo com esta proposta, sugere-se acréscimos mais específicos ao Plano Diretor, como tange a toda área de interesse histórico e cultural, considerando-a como Zona Especial de Desenvolvimento Territorial, identificando-a e fortalecendo-a para circunstância de gestão concernentes à preservação, valorização e salvaguarda dos bens e atividades culturais, que podem considerar, mediante a análise prévia, concessão de incentivos fiscais zona, condicionada a manutenção e não descaracterização das condições dos bens que justificaram o seu enquadramento, atestado pelo órgão competente.

REQUALIFICAR OS USOS E REVITALIZAR O PATRIMÔNIO: Considerando a diversidade do tecido urbano, o projeto propõe um percurso interativo e sensorial, onde se concentram uma série de pátios e passagens que unem vários edifícios de importância histórica. No centro, demarcado pela praça Major Caetano, ponto principal do concurso, há um novo espaço público importante, aberto, livre, integrado ao percurso e entorno. A partir e através desse ponto, além de se redefinir criativamente seus caminhos dentro da intervenção, e de se implantar novos mobiliários e espaços, se criará designs interativos e indutivos, muito através de novas paginações e demarcações de passagem, por todo o seu piso, assim como do redesenho de demais equipamentos de paisagismo e mobiliários urbanos parametrizados, que permitirão diferentes vistas e perspectivas de contemplação (em inesperadas vistas da cidade) aos espaços públicos.
O PERCURSO: A principal camada trabalhada na proposta é a do percurso turístico que comtempla possibilidades de trajetos diversos, assim como criativos e sensoriais, sendo um deles orientado e auto instruído. Seus pontos multifocais foram pensados considerando além das dimensões social, cultural, social e ecológica, como sendo um local de experiência multissensorial. Essa estratégia romperá o paradigma da prevalência da visão e de uma perspectiva hegemônica que considera a prevalência da estética e da função na concepção arquitetônica e urbanística. Os pontos multifocais pretendem promover contemplação, convivência, permanência, circulação, ensino e aprendizagem.
Essa rota guiada configurará um trajeto que une as edificações históricas com a orla do ribeirão, constituindo um percurso ecológico e cultural em primeira instancia, mas também estimulante, através do uso e apropriação do espaço, para fomento a economia e a ao convívio social e apropriação do espaço. Após a divulgação do resultado a Prefeitura Municipal de Diamantino tem articulado estratégias para a execução da obra bem como a ampliação da área de abrangência das intervenções para todo o perímetro do Centro Histórico.
Não foi informado qual o valor será gasto nesta possível obra que poderá sair do projeto para realidade dos diamantinenses.
com informações de Juliana Kobayashi, Comunicação CAU/MT
Cidades
Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.
O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.
De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.
“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.
Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.
Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:
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