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Governo vai eliminar pontes de madeira da Transpantaneira

A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) trabalha para eliminar todas as pontes de madeira da Rodovia Transpantaneira (MT-060). Principal rota de acesso ao pantanal mato-grossense, a estrada parque tem 137 quilômetros de extensão e 120 pontes em seu trajeto, sendo que 66 delas são de madeira.

Desde o início da atual gestão, 22 pontes de madeira foram substituídas na rodovia. Destas, 14 foram trocadas por pontes de concreto e oito foram alteradas para aduelas de concreto, estruturas que permitem a passagem de água por baixo da rodovia e substituem pontes menores.

Mais 24 pontes de madeira serão trocadas por aduelas de concreto até o fim de 2023. O valor total investido pelo Governo do Estado para substituição de pontes por aduelas na Transpantaneira é de R$ 6 milhões. Os serviços começam a partir do fim de junho, quando o volume de água no Pantanal baixa, possibilitando fazer os desvios necessários para as obras, e seguem até o início da cheia novamente, em novembro ou dezembro.
Aduela de concreto na Transpantaneira

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Até o fim deste ano, outra ponte de concreto será entregue na rodovia. Ela está sendo construída sobre o Rio Figueira. Com 120 metros de extensão, vai eliminar a maior ponte de madeira da Transpantaneira.

O secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, explica que a substituição de pontes de madeira por estruturas de concreto é um benefício para a administração, diminuindo os custos com manutenção. As pontes da Transpantaneira têm que ser recuperadas periodicamente, devido às características do Pantanal.

“Além disso, há um ganho ambiental. Quando você elimina uma ponte de madeira, você preserva a floresta, porque não vai precisar derrubar uma árvore para fazer a manutenção, para substituir uma viga ou uma prancha”, explica.

A Sinfra-MT também licitou a elaboração de projetos para construir 41 pontes de concreto na rodovia. Elas fazem parte do pacote de 141 projetos de pontes licitados pelo Governo de Mato Grosso no começo deste ano. As pontes da Transpantaneira terão entre 15 e 75 metros de extensão.

De acordo com o secretário adjunto de obras rodoviárias, Nilton de Britto, a substituição das pontes de madeira na estrada estadual é uma das metas da atual gestão. “Nós vamos cumprir essa meta e até o fim do ano que vem a Transpantaneira não terá nenhuma ponte de madeira”, afirma.

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Entre as 41 pontes de concreto que serão construídas, está uma de 75 metros sobre o Corixo da Mortandade. A atual estrutura de madeira cedeu no dia 12 de maio, após a passagem de um caminhão de 28 toneladas que ignorou os avisos de restrição de peso sobre a ponte.

A equipe da Sinfra-MT começou o trabalho de recuperação da estrutura imediatamente com a estimativa de liberar o trânsito até o domingo (21). No entanto, ainda no sábado a noite, os veículos puderam voltar a passar sobre a ponte e os trabalhos foram concluídos na segunda-feira (22).

Desde novembro de 2022, a Sinfra-MT trabalha na restauração de pontes de madeira da rodovia, priorizando as que estavam em piores condições.

Fonte: Governo MT – MT

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Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.

O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.

De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.

“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.

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Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.

Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:

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