Cidades
Estados alinham estratégias para compras compartilhadas pelo Consórcio da Amazônia Legal
Participaram do encontro o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo, e técnicos representes dos estados nove estados da Amazônia Legal: Amapá, Acre, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Tocantins, Roraima, Pará e Rondônia.
A diretora administrativa do Consórcio da Amazônia Legal, Vanessa Duarte, explicou que o objetivo da oficina é unificar e reestabelecer um diálogo entre as secretarias dos nove estados para reiniciar o modelo de compra coletiva paralisado em 2020 por causa da pandemia.
“Já está mais do que pacificado e entendido que existe uma economia de escala e que os estados só têm a ganhar. Para conseguir fazer uma compra coletiva, o Consórcio precisa das demandas e do engajamento dos estados”, observou.
O Consórcio irá atuar como órgão gerenciador, enquanto os estados focam na definição dos produtos que serão adquiridos por meio de apenas uma licitação. “Nove estados teriam que fazer nove licitações, teriam que ter nove equipes e o Consórcio fazendo isso, eles [Estados] atuam somente com a parte da especificação e com a definição dos objetos”, acrescentou.
Na área da saúde, os estados definiram a compra de medicamentos de assistência farmacêutica como primeira aquisição compartilhada. Para o secretário de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo, a população será beneficiada e os estados se mostrarão eficientes.
“A oficina técnica sobre compras compartilhadas em Saúde e Segurança foi muito proveitosa. Reuniões como essa oportunizam a troca de experiências entre gestores e otimiza os fluxos da gestão pública, sobretudo nas aquisições. Acredito que, com a parceria entre os estados, por meio do Consórcio, podemos aprimorar e facilitar as compras de medicamentos. A população será muito beneficiada e os estados demonstrarão toda a sua eficiência”, avaliou.
Para a Segurança Pública, as primeiras compras devem ser destinadas ao combate do desmatamento e incêndios florestais em Mato Grosso. O secretário adjunto de Administração Sistêmica de Mato Grosso, Thiago Vinícius Pinheiro da Silva, destacou a economia financeira e o fortalecimento na preservação do meio ambiente com as compras compartilhadas.
“O objetivo das compras compartilhadas é permitir que várias organizações ou entidades cooperem na aquisição de produtos ou serviços em quantidade maior, para obter uma economia de escala e reduzir os custos com as compras, atender às necessidades de todos e aproveitar condições mais vantajosas de preços e prazos de entrega na aquisição de materiais que são afetos a todos os Estados”, pontuou.
“O trabalho conjunto e coordenado é a maior ferramenta contra o desmatamento ilegal e incêndios florestais. O Consórcio Amazônia Legal é peça fundamental para o sucesso desse trabalho”, finalizou.
Fonte: Governo MT – MT
Cidades
Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.
O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.
De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.
“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.
Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.
Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:
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