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Cibercrime

Polícia Civil deflagra “Operação Heresia” contra tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso

A operação foi desencadeada pela Delegacia de Polícia de Alta Floresta, com apoio do Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira (16.7), a “Operação Heresia”, com o objetivo de desarticular um esquema criminoso de tráfico de drogas e lavagem de capitais, com atuação nas cidades de Alta Floresta, Carlinda, Sinop e Cuiabá.

A operação foi desencadeada pela Delegacia de Polícia de Alta Floresta, com apoio do Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional, para o cumprimento simultâneo de um mandado de prisão preventiva, quatorze mandados de busca e apreensão e onze intimações para fins de monitoramento eletrônico, além de quatro ordens de bloqueio judicial e sequestro de bens, e bloqueio de contas até o montante de R$ 2 milhões por alvo principal. Também foi determinada judicialmente a suspensão das atividades de uma empresa de produtos eletrônicos em Cuiabá, utilizada na lavagem de dinheiro proveniente do tráfico.

Um dos alvos da operação é um advogado, já condenado por associação criminosa, que reside em um condomínio de luxo em Sinop. Em Alta Floresta, um casal foi preso em flagrante com porções e diversos envelopes de cocaína. Em Sinop, foram sequestrados e apreendidos bens de alto valor pertencentes ao advogado investigado, como dois veículos e joias. Em Cuiabá, constatou-se que o local com dois andares de mercadorias não possui qualquer sistema de controle, emissão de notas ou livros contábeis. Também houve sequestro e apreensão de veículos e objetos de valor. A Secretaria Municipal de Ordem Pública lacrou o estabelecimento.

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Ao todo, foram identificados diversos envolvidos nas investigações, que compõem diferentes núcleos de atuação do grupo criminoso – incluindo os braços operacional, jurídico e financeiro. A investigação revelou um sofisticado esquema de contabilidade do tráfico e movimentações bancárias milionárias, com o uso de empresas de fachada e depósitos pulverizados.

As ordens judiciais foram expedidas por diferentes juízos. Os mandados referentes aos investigados locais foram autorizados pela 4ª Vara Criminal da Comarca de Alta Floresta, enquanto as medidas voltadas ao núcleo financeiro e jurídico da organização foram autorizadas pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo) de Cuiabá, com manifestação do coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado de Mato Grosso (Gaeco-MT).

Cerca de 40 policiais civis participaram da ação, lotados na Delegacia de Polícia de Alta Floresta, Núcleo de Inteligência da Regional de Alta Floresta, Delegacias de Sinop, Sorriso, Colíder, Paranaíta, Apiacás, Nova Bandeirantes e da DENARC, de Cuiabá.

A Operação

O nome “Heresia” foi escolhido para simbolizar a escolha deliberada dos investigados por um caminho à margem da legalidade, rompendo com os valores fundamentais da ordem jurídica e social. A operação, coordenada pelo delegado André Victor de Oliveira Leite, representa mais um esforço para desarticular facções criminosas de atuação regional e impacto estadual, com foco na descapitalização dos investigados e na interrupção do fluxo financeiro ilícito que alimenta o tráfico de entorpecentes no estado.

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Nova Mutum: Delegado revela que suspeito já armazenava pornografia infantil na adolescência

O delegado Guilherme Rocha revelou, na manhã desta quinta-feira (05.02), que a investigação que resultou na deflagração da Operação Cesimt, em Nova Mutum, a 264 km de Cuiabá, identificou que o armazenamento de conteúdo sexual envolvendo crianças e adolescentes começou ainda na adolescência do principal investigado, que atualmente tem 18 anos, e se estendeu após ele atingir a maioridade.

Conforme as investigações revelaram, o material começou a ser armazenado em 2023, período em que o alvo ainda era menor de idade.

No entanto, como o crime de armazenamento de pornografia infantojuvenil é classificado juridicamente como crime permanente, a conduta permite flagrante a qualquer momento e responsabilização criminal como adulto caso a prática continue após os 18 anos.

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