Agro Notícias
Recorde: BB vem liberando mais de R$ 600 milhões por dia do Plano Safra 2023/24
O Banco do Brasil anunciou um feito histórico ao liberar mais de R$ 12 bilhões em financiamentos para pequenos, médios e grandes produtores rurais nos 20 primeiros dias do Plano Safra 2023/24. Esse montante representa um crescimento significativo de 28% em relação aos valores desembolsados no mesmo período da temporada anterior.
O Plano Safra é um programa governamental que visa apoiar o desenvolvimento do setor agrícola, disponibilizando linhas de crédito com taxas de juros mais acessíveis, visando impulsionar a produção e o agronegócio no país. Diante das necessidades e desafios do setor, o Banco do Brasil destinou um total de R$ 240 bilhões para o Plano Safra 2023/24, representando um aumento expressivo de 27% em relação aos desembolsos realizados na safra passada.
Esses números refletem o comprometimento da instituição financeira em fomentar o agronegócio brasileiro, apoiando desde pequenos produtores rurais até grandes empresas do setor. Com o recorde de desembolsos nos primeiros dias do Plano Safra, o Banco do Brasil reafirma seu papel essencial no desenvolvimento econômico do país, proporcionando aos produtores rurais as condições necessárias para investirem em suas atividades, modernizarem suas operações e aumentarem sua produtividade.
Para os agricultores e pecuaristas, o acesso ao crédito com condições favoráveis é fundamental para aquisição de insumos, maquinários e tecnologias que impulsionem a produção agrícola e pecuária. Com o apoio do Banco do Brasil, o setor agropecuário ganha impulso, podendo enfrentar desafios como os impactos climáticos e a demanda crescente por alimentos no mercado nacional e internacional.
O recorde de desembolsos nos primeiros dias do Plano Safra 2023/24 representa um sinal positivo para o setor agropecuário brasileiro, mostrando que há confiança e perspectivas de crescimento no mercado agrícola. Com o montante destinado pelo Banco do Brasil, os produtores rurais têm a oportunidade de expandir suas operações, investir em tecnologia, melhorar suas práticas sustentáveis e contribuir para o desenvolvimento econômico e social do país.
O compromisso do Banco do Brasil em apoiar o agronegócio reflete-se em sua atuação constante e abrangente, buscando soluções financeiras que atendam às necessidades específicas dos produtores rurais, independente do porte de suas atividades. O Plano Safra, nesse sentido, cumpre um papel essencial ao incentivar a produção agropecuária, aprimorar a infraestrutura do campo e fortalecer o setor como um dos pilares fundamentais da economia brasileira. Com a perspectiva de uma temporada promissora, o céu é o limite para o agronegócio brasileiro, desde que haja comprometimento e ação conjunta de todos os atores envolvidos no setor.
Até agora, foram mais de 36 mil operações, segundo a instituição. A quantidade de financiamentos contratados por pequenos produtores via Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) cresceu 147% em relação ao mesmo período da safra 2022/23.
Já o número de operações com médios produtores, dentro do Pronamp, aumentou 202% no período. Somados, os empréstimos para esses dois públicos representam 60% do total de operações até agora.
“Nossa atuação traz resultados financeiros sem deixar de lado a geração de valor social. É por isso que esse Plano Safra é diferente. Ele busca levar ainda mais desenvolvimento ao campo em todas as regiões do país com agilidade e conhecimento técnico e gerando produtividade, sim, mas respeitando o ambiente e apoiando as pessoas que trabalham no campo”, afirmou, em nota, a presidente do BB, Tarciana Medeiros.
Também em nota, o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, disse que o governo vai dar “todas as condições” para garantir a produção de alimentos nesta safra. “Trabalharemos o resgate da imagem da agropecuária brasileira, abrindo novos mercados, promovendo o desenvolvimento e ampliando exportações. Faremos isso com total transparência, determinação e agilidade, garantindo a rápida aplicação dos recursos disponibilizados”, completou.
Fonte: Pensar Agro
Agro Notícias
Safra de soja em MT chega a 51,56 milhões tonelada

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou os resultados da etapa soja do projeto Imea em Campo, que revisou para cima as estimativas da safra 2025/26 em Mato Grosso e passou a projetar produção recorde de 51,56 milhões de toneladas.
A nova projeção também elevou a produtividade média estadual para 66,03 sacas por hectare, patamar muito próximo do recorde da temporada anterior.
O levantamento foi realizado ao longo de 71 dias, com 34.880 quilômetros percorridos, 998 avaliações de campo e passagem por 103 municípios, cobrindo 97,92% da área total cultivada com soja no estado. O objetivo do projeto, realizado em parceria com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) e o Instituto Mato-grossense do Agronegócio (Iagro MT), é ampliar a precisão das informações geradas a partir de observações in loco, reforçando a representatividade dos dados e a leitura regional das lavouras.
Com base nos resultados obtidos em campo, o Imea revisou a produtividade da soja em 9,23% ante a estimativa anterior, que era de 60,45 sacas por hectare. A área plantada também foi ajustada para 13,013 milhões de hectares, alta de 1,71% sobre a safra passada. Com isso, a produção estadual ficou estimada em 51,56 milhões de toneladas, volume 1,31% superior ao registrado no ciclo 2024/25.
Durante a apresentação, a equipe técnica destacou que a safra 2025/26 foi marcada por um cenário climático desafiador, com irregularidade das chuvas no início do plantio e, posteriormente, excesso de precipitações em algumas regiões durante a colheita. Ainda assim, as lavouras mantiveram desempenho satisfatório, apesar das incertezas observadas ao longo da temporada.
Entre os fatores de atenção levantados pelo projeto, os grãos avariados tiveram peso relevante. Na comparação com a safra passada, houve aumento de 3,40% nas avaliações com esse tipo de ocorrência, o que, segundo a análise apresentada, limitou um avanço ainda maior da produtividade estadual.
No recorte regional, a região Norte apresentou o maior percentual de lavouras classificadas como excelentes, enquanto o Sudeste concentrou a maior parcela de áreas avaliadas como ruins. Já a região Oeste foi a principal responsável pelo incremento na produção, enquanto a Centro-Sul registrou a maior variação positiva de produtividade em relação à estimativa anterior.
O superintendente do Imea, Cleiton Gauer, ressaltou que o objetivo do projeto é consolidar um levantamento técnico, completo e representativo das condições das lavouras, oferecendo mais segurança para o mercado e para os agentes do setor.
“O diferencial do projeto está na apuração presencial, sem intermediários, diretamente no campo. É ir a campo e medir essas informações sem intermédio, sem interferência de ninguém. Isso dá mais garantia e maior acurácia a essas informações para que realmente a gente consiga quantificar e medir o tamanho da nossa produção mato-grossense”, afirmou o superintendente.
Já o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, destacou que informações mais próximas da realidade ajudam a balizar negociações, reduzem espaço para especulações e valorizam o trabalho do produtor rural.
“Essa apresentação mostra o trabalho dessa parceria. O Imea tem sido muito assertivo nos últimos anos nos números que tem trazido a nós, produtores, e ao mercado, trazendo mais seriedade e coerência nesse fornecimento de dados, que também interfere diretamente no dia a dia do produtor, principalmente na projeção de preços e no planejamento para as próximas safras”, explicou o presidente da Aprosoja MT.
Segunda safra de milho segue dependente do comportamento do clima
Além dos números da soja, o evento também apresentou um panorama inicial da segunda safra de milho. O Imea informou que 1,17 milhão de hectares foram semeados fora da janela ideal de plantio no estado. Apesar disso, a estimativa atual do cereal segue em 51,72 milhões de toneladas, com área de 7,39 milhões de hectares e produtividade projetada em 116,61 sacas por hectare. Segundo o instituto, o comportamento das chuvas nas próximas semanas será decisivo para a consolidação desse potencial.
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