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Jovens capacitados pelo Senar são contratados por empresa parceira


Por meio do programa Aprendizagem Rural do Senar (Jovem Aprendiz Rural), mais de 30 jovens acabam de receber certificados de conclusão e estão aptos ao emprego.

A solenidade de entrega ocorreu na sede do Sindicato dos Produtores Rurais de Balsas, esta semana, com a presença do Superintendente do Senar, Luiz Figueiredo, da Coordenadora de Educação Formal do Senar, Yolanda Gomes, do presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Balsas, Daniel Lech e dos representantes da SLC Agrícola, Patrício Tavares e Manuel Machado.

O curso é fruto de uma parceria entre o Senar, Sindicato dos Produtores Rurais de Balsas – SINDIBALAS, e as empresas SLC Agrícola e Notaro Alimentos, que têm se destacado no programa com vistas a capacitar jovens do meio rural, preparando-os para o mercado de trabalho.

O programa tem por objetivo incluir, capacitar e promover o desenvolvimento profissional de jovens, oportunizando a formação profissional rural, capacitando-os para o ingresso no mercado de trabalho, através de programação elaborada nos termos da Lei 10.097/2000.

Com duração de um ano, o curso é dividido em três etapas: Núcleo Básico, Específico e Prática Profissional, levando o slogan do Senar, “aprender a fazer fazendo”.

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Contratação

Durante os 12 meses de treinamento, sete jovens se destacaram e alcançaram uma nova etapa, a contratação. Ana Vitória Rocha é uma das que galgou o último patamar do processo. Logo após o encerramento do curso, foi admitida como auxiliar de manutenção pela SLC Agrícola.

“Eu diria que sou parte de telemetria da manutenção. Estou à frente das tecnologias que tem na manutenção, tais como: monitoramento de máquinas agrícolas, monitoramento dos mecânicos, acompanhamento do rendimento dos mesmos, controle de combustível e suporte aos mecânicos nos treinamentos da John Deere”, confirma Ana, feliz com o resultado.

A dica de Ana Rocha para os futuros participantes se resume apenas em uma palavra: Dedicação. “Me dediquei ao máximo nas aulas teóricas, foi uma experiência muito boa para a minha carreira profissional, foi a minha primeira oportunidade de emprego, e eu pude agarrar”, declara.

Se depender da nova aluna, Mariele Lima, todos os desafios serão atendidos com excelência, pois garante que está determinada a aprender muito e alcançar todos os objetivos.

De acordo com Patrício Tavares, da empresa parceira, quando um ciclo se encerra, novos começam, e foi assim com o programa que teve continuidade com a abertura de duas novas turmas.

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“Para esses novos alunos, esperamos muita motivação, curiosidade e ambição. Que eles aproveitem e absorvam o máximo de conhecimento que eles puderem”, destaca.

Davi Sousa, coordenador de RH da SLC Agrícola, ressalta a parceria com o Senar para a qualificação dos jovens rurais de Balsas. “A nossa parceria já vem durando cinco anos com o programa de Aprendizagem Rural, esta é a terceira turma que finaliza, abrindo agora a quarta, que iniciou no último dia 07. E quando eles formam, a gente tem aquele sentimento de que nós, enquanto empresa podemos contribuir com o desenvolvimento da carreira deles”, afirmou ele.

No entendimento do Superintendente do Senar, Luiz Figueirêdo, esse programa de inclusão do jovem rural no primeiro emprego, na forma de capacitação técnica e preparo para o mercado de trabalho, permite aos participantes experimentar além do conhecimento diferenciado, o exercício das atividades cotidianas dentro da empresa como funcionário.

“É um programa fundamental para abrir as portas desse mercado tão seletivo e competitivo”, afirmou o gestor.

Fonte: CNA Brasil

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Agro Notícias

Safra de soja em MT chega a 51,56 milhões tonelada

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou os resultados da etapa soja do projeto Imea em Campo, que revisou para cima as estimativas da safra 2025/26 em Mato Grosso e passou a projetar produção recorde de 51,56 milhões de toneladas.

A nova projeção também elevou a produtividade média estadual para 66,03 sacas por hectare, patamar muito próximo do recorde da temporada anterior.

O levantamento foi realizado ao longo de 71 dias, com 34.880 quilômetros percorridos, 998 avaliações de campo e passagem por 103 municípios, cobrindo 97,92% da área total cultivada com soja no estado. O objetivo do projeto, realizado em parceria com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) e o Instituto Mato-grossense do Agronegócio (Iagro MT), é ampliar a precisão das informações geradas a partir de observações in loco, reforçando a representatividade dos dados e a leitura regional das lavouras.

Com base nos resultados obtidos em campo, o Imea revisou a produtividade da soja em 9,23% ante a estimativa anterior, que era de 60,45 sacas por hectare. A área plantada também foi ajustada para 13,013 milhões de hectares, alta de 1,71% sobre a safra passada. Com isso, a produção estadual ficou estimada em 51,56 milhões de toneladas, volume 1,31% superior ao registrado no ciclo 2024/25.

Durante a apresentação, a equipe técnica destacou que a safra 2025/26 foi marcada por um cenário climático desafiador, com irregularidade das chuvas no início do plantio e, posteriormente, excesso de precipitações em algumas regiões durante a colheita. Ainda assim, as lavouras mantiveram desempenho satisfatório, apesar das incertezas observadas ao longo da temporada.

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Entre os fatores de atenção levantados pelo projeto, os grãos avariados tiveram peso relevante. Na comparação com a safra passada, houve aumento de 3,40% nas avaliações com esse tipo de ocorrência, o que, segundo a análise apresentada, limitou um avanço ainda maior da produtividade estadual.

No recorte regional, a região Norte apresentou o maior percentual de lavouras classificadas como excelentes, enquanto o Sudeste concentrou a maior parcela de áreas avaliadas como ruins. Já a região Oeste foi a principal responsável pelo incremento na produção, enquanto a Centro-Sul registrou a maior variação positiva de produtividade em relação à estimativa anterior.

O superintendente do Imea, Cleiton Gauer, ressaltou que o objetivo do projeto é consolidar um levantamento técnico, completo e representativo das condições das lavouras, oferecendo mais segurança para o mercado e para os agentes do setor.

“O diferencial do projeto está na apuração presencial, sem intermediários, diretamente no campo. É ir a campo e medir essas informações sem intermédio, sem interferência de ninguém. Isso dá mais garantia e maior acurácia a essas informações para que realmente a gente consiga quantificar e medir o tamanho da nossa produção mato-grossense”, afirmou o superintendente.

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Já o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, destacou que informações mais próximas da realidade ajudam a balizar negociações, reduzem espaço para especulações e valorizam o trabalho do produtor rural.

“Essa apresentação mostra o trabalho dessa parceria. O Imea tem sido muito assertivo nos últimos anos nos números que tem trazido a nós, produtores, e ao mercado, trazendo mais seriedade e coerência nesse fornecimento de dados, que também interfere diretamente no dia a dia do produtor, principalmente na projeção de preços e no planejamento para as próximas safras”, explicou o presidente da Aprosoja MT.

Segunda safra de milho segue dependente do comportamento do clima

Além dos números da soja, o evento também apresentou um panorama inicial da segunda safra de milho. O Imea informou que 1,17 milhão de hectares foram semeados fora da janela ideal de plantio no estado. Apesar disso, a estimativa atual do cereal segue em 51,72 milhões de toneladas, com área de 7,39 milhões de hectares e produtividade projetada em 116,61 sacas por hectare. Segundo o instituto, o comportamento das chuvas nas próximas semanas será decisivo para a consolidação desse potencial.

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