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Agro Notícias

Faculdade CNA forma novos gestores do agro


Diretor-geral da Faculdade CNA, André Sanches, confere grau à formanda Márcia Cristina

Brasília (23/03/2021) – A Faculdade CNA realizou, na noite de terça (22), a cerimônia de colação de grau dos estudantes dos cursos superiores do segundo semestre de 2021 em Gestão do Agronegócio, Gestão Ambiental e Gestão de Recursos Humanos e Processos Gerenciais.

A cerimônia foi transmitida direto da sede da instituição, em Brasília, seguindo as medidas de prevenção à Covid-19.

Os 66 formandos dos polos de Boa Vista (RR), Campina Grande e João Pessoa (PB), Cuiabá (MT), Fortaleza (CE), Gandu e Luis Eduardo Magalhães (BA), Manhuaçu (MG), Palmas (TO), Rio Bananal (ES), Santa Izabel do Pará (PA) e São Joaquim (SC) participaram do evento remotamente. 

O diretor-geral da Faculdade CNA, André Sanches, parabenizou os formandos pela conquista e pela confiança depositada na instituição.

“Esse é um momento muito importante na carreira dos formandos e significa a conquista de mais uma vitória na carreira que estão trilhando. Para a Faculdade CNA, é bastante representativo e indica que estamos no caminho certo na missão de formar novos gestores para a agropecuária brasileira”, declarou Sanches.

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O diretor da Faculdade agradeceu o apoio do presidente da CNA, João Martins, do diretor-geral do Senar, Daniel Carrara, e de todos que contribuíram para a expansão instituição de ensino nos últimos anos.

Dr. Pedroso, patrono das turmas do segundo semestre de 2021
Dr. Pedroso, patrono das turmas do segundo semestre de 2021

O patrono das turmas foi o presidente do Sistema Faesc/Senar-SC e vice-presidente da CNA, José Zeferino Pedroso. Ele fez um resgate histórico da criação da Faculdade, em  2013, até o estágio atual da instituição, que conta com 53 polos de ensino distribuídos pelo Brasil.

“A Faculdade CNA vem contribuindo com a nobre missão de formar novos profissionais qualificados para o agro. É uma honra poder participar desse momento especial como patrono das turmas. Os formandos e familiares são vitoriosos, pois a educação é fator para mudança de vida”, declarou Pedroso aos formandos.

O paraninfo dos formandos, professor Rodrigo Hugueney, ressaltou a coroação de encerramento do ciclo de estudos.

“Como gestores do agro sabemos que não colheremos algo que não plantamos e isso vale para tudo na nossa vida. E entre o plantar e o colher tem o regar e o cuidar. Confiem no processo, pois essa é a coroação de uma grande conquista que é a conclusão desse ciclo de estudos vocês e a hora da colheita irá chegar”, aconselhou o paraninfo.

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Em seu discurso, a oradora das turmas Márcia Cristina da Silva, tecnóloga em Gestão do Agronegócio, lembrou que os estudantes vivenciaram o distanciamento e as perdas durante a pandemia.  

“O caminho que percorremos para chegar até aqui foi marcado por dedicação, superação e muito trabalho. Agora, é o momento de gratidão por todos aqueles que deram suas contribuições para nossos estudos. Chegou a nossa vez de planejar, agir e realizar. Que lembremos da sensação de realização e saibamos inovar em soluções”.  

Reconhecimento – Os professores homenageados pelas turmas foram Luiz Fernando Kitajima, Thiago Masson, Conceição Guth e Elisangela Lopes.  O colaborador escolhido pelos formandos foi Jackson Silva.

Presidentes das Federações de Agricultura e superintendentes do Senar dos estados e representantes dos polos de ensino envolvidos na formatura gravaram mensagens em vídeo para homenagear os alunos na solenidade.

Reveja a formatura:

Assessoria de Comunicação CNA

Fotos: Wenderson Araujo

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Fonte: CNA Brasil

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Safra de soja em MT chega a 51,56 milhões tonelada

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou os resultados da etapa soja do projeto Imea em Campo, que revisou para cima as estimativas da safra 2025/26 em Mato Grosso e passou a projetar produção recorde de 51,56 milhões de toneladas.

A nova projeção também elevou a produtividade média estadual para 66,03 sacas por hectare, patamar muito próximo do recorde da temporada anterior.

O levantamento foi realizado ao longo de 71 dias, com 34.880 quilômetros percorridos, 998 avaliações de campo e passagem por 103 municípios, cobrindo 97,92% da área total cultivada com soja no estado. O objetivo do projeto, realizado em parceria com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) e o Instituto Mato-grossense do Agronegócio (Iagro MT), é ampliar a precisão das informações geradas a partir de observações in loco, reforçando a representatividade dos dados e a leitura regional das lavouras.

Com base nos resultados obtidos em campo, o Imea revisou a produtividade da soja em 9,23% ante a estimativa anterior, que era de 60,45 sacas por hectare. A área plantada também foi ajustada para 13,013 milhões de hectares, alta de 1,71% sobre a safra passada. Com isso, a produção estadual ficou estimada em 51,56 milhões de toneladas, volume 1,31% superior ao registrado no ciclo 2024/25.

Durante a apresentação, a equipe técnica destacou que a safra 2025/26 foi marcada por um cenário climático desafiador, com irregularidade das chuvas no início do plantio e, posteriormente, excesso de precipitações em algumas regiões durante a colheita. Ainda assim, as lavouras mantiveram desempenho satisfatório, apesar das incertezas observadas ao longo da temporada.

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Entre os fatores de atenção levantados pelo projeto, os grãos avariados tiveram peso relevante. Na comparação com a safra passada, houve aumento de 3,40% nas avaliações com esse tipo de ocorrência, o que, segundo a análise apresentada, limitou um avanço ainda maior da produtividade estadual.

No recorte regional, a região Norte apresentou o maior percentual de lavouras classificadas como excelentes, enquanto o Sudeste concentrou a maior parcela de áreas avaliadas como ruins. Já a região Oeste foi a principal responsável pelo incremento na produção, enquanto a Centro-Sul registrou a maior variação positiva de produtividade em relação à estimativa anterior.

O superintendente do Imea, Cleiton Gauer, ressaltou que o objetivo do projeto é consolidar um levantamento técnico, completo e representativo das condições das lavouras, oferecendo mais segurança para o mercado e para os agentes do setor.

“O diferencial do projeto está na apuração presencial, sem intermediários, diretamente no campo. É ir a campo e medir essas informações sem intermédio, sem interferência de ninguém. Isso dá mais garantia e maior acurácia a essas informações para que realmente a gente consiga quantificar e medir o tamanho da nossa produção mato-grossense”, afirmou o superintendente.

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Já o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, destacou que informações mais próximas da realidade ajudam a balizar negociações, reduzem espaço para especulações e valorizam o trabalho do produtor rural.

“Essa apresentação mostra o trabalho dessa parceria. O Imea tem sido muito assertivo nos últimos anos nos números que tem trazido a nós, produtores, e ao mercado, trazendo mais seriedade e coerência nesse fornecimento de dados, que também interfere diretamente no dia a dia do produtor, principalmente na projeção de preços e no planejamento para as próximas safras”, explicou o presidente da Aprosoja MT.

Segunda safra de milho segue dependente do comportamento do clima

Além dos números da soja, o evento também apresentou um panorama inicial da segunda safra de milho. O Imea informou que 1,17 milhão de hectares foram semeados fora da janela ideal de plantio no estado. Apesar disso, a estimativa atual do cereal segue em 51,72 milhões de toneladas, com área de 7,39 milhões de hectares e produtividade projetada em 116,61 sacas por hectare. Segundo o instituto, o comportamento das chuvas nas próximas semanas será decisivo para a consolidação desse potencial.

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