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Exportações de carne de frango crescem 6% nos sete primeiros meses de 2022

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Conforme informado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), as exportações de carne de frango, tanto in natura quanto processadas, totalizaram 2,825 milhões de toneladas nos sete primeiros meses de 2022. O número supera em 6% as 2,668 toneladas embarcadas pelo país no mesmo período do ano passado. 

No mês de julho, as exportações de carne de frango apresentaram um volume de 4,5% menor que o total comercializado internacionalmente no sétimo mês de 2021, com 405,3 mil toneladas contra 424,4 mil toneladas. Na receita, houve um aumento de 20,7% com US$ 892 milhões frente aos US$ 739,2 milhões em 2021.

Em dólares, esse resultado apresenta um número 33,3% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 5,620 bilhões  frente a US$ 4,216 bilhões.

Entre os destinos da carne de frango do Brasil, os Emirados Árabes Unidos assumiram, novamente, a liderança, com 37,8 mil toneladas exportadas em julho. Em segundo lugar, está a China com 37,5 mil toneladas importadas e em terceiro lugar, a Arábia Saudita que importou 37,2 mil toneladas. Além desses, outros destaques do mês foram Filipinas, com 21,8 mil toneladas, Coreia do Sul, com 18,8 mil toneladas e Singapura, com 15,4 mil toneladas importadas.

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Fonte: AgroPlus

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Mapa estabelece requisitos mínimos identidade e qualidade para amêndoas, castanhas, nozes e frutas secas

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), publicou, nesta quarta-feira (10), a Portaria nº 635, que estabelece o Regulamento Técnico que define os requisitos mínimo de identidade e qualidade para amêndoas, castanhas, nozes e frutas secas, individualizadas ou misturadas.

Entre os requisitos, os produtos devem estar isentos de praga visíveis a olho nu, limpos, em bom estado, isentos de odores estranhos, impróprios ao produtos, que inviabilize a sua utilização, além de estarem isentos dos defeitos mofada, ardida, rançosa ou azeda, geminada, danificadas e chocada ou imatura. Os requisitos mínimos devem ser observados tanto pelo responsável pelo produto quanto pelo embalador, detentor ou importador do produto. 

 A Portaria tem como objetivo viabilizar que esses produtos sejam controlados e ofertados com um padrão mínimo de qualidade e de condições higiênico-sanitárias aos consumidores. 

As amêndoas, castanhas, nozes e frutas secas que não atenderem ao regulamento técnico serão consideradas desconformes e não poderão ser comercializadas, devendo ser repassadas ou destruídas. Para a importação, caso os produtos não atendam aos requisitos estabelecidos na Portaria, somente poderão ser internalizadas após atendidas as exigências determinadas pelo órgão fiscalizador, podendo ainda ser devolvidas para a origem ou destruídas. 

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Fonte: AgroPlus

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