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Com baixa oferta, preços da laranja e lima ácida tahiti seguem em alta

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Mesmo que a demanda não esteja tão aquecida, a oferta, no geral, está menor, e, com isso, os preços dos cítricos seguem em alta nesta semana. Como exemplo, no caso da laranja, os meses de seca acabaram reduzindo a qualidade das frutas que ainda estão nas árvores, fazendo com que elas não atinjam o padrão exigido pelo mercado e precisem ser redirecionadas às indústrias.  

Além desse fato, mais produtores têm priorizado os contratos com as processadoras. 

Na parcial desta semana (de segunda a quinta-feira), a laranja pera teve alta de 2,01% na comparação com o da semana anterior, fechando em R$ 35,71/cx de 40,8 kg, na árvore. Já a rubi, por sua vez, está sendo comercializada à média de R$ 30,08/cx, com aumento de 0,84% na mesma comparação.

No caso da lima ácida tahiti, como as valorizações semanais têm sido mais expressivas, na parcial desta semana a tahiti teve média de R$ 30,38/cx de 27 kg, colhida, elevação de 45,32% em comparação com a da semana passada. Para a fruta, a previsão é de que os preços continuem subindo de semana a semana, uma vez que não há expectativa de recuperação da oferta no curto prazo. 

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Fonte: AgroPlus

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Mapa estabelece requisitos mínimos identidade e qualidade para amêndoas, castanhas, nozes e frutas secas

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), publicou, nesta quarta-feira (10), a Portaria nº 635, que estabelece o Regulamento Técnico que define os requisitos mínimo de identidade e qualidade para amêndoas, castanhas, nozes e frutas secas, individualizadas ou misturadas.

Entre os requisitos, os produtos devem estar isentos de praga visíveis a olho nu, limpos, em bom estado, isentos de odores estranhos, impróprios ao produtos, que inviabilize a sua utilização, além de estarem isentos dos defeitos mofada, ardida, rançosa ou azeda, geminada, danificadas e chocada ou imatura. Os requisitos mínimos devem ser observados tanto pelo responsável pelo produto quanto pelo embalador, detentor ou importador do produto. 

 A Portaria tem como objetivo viabilizar que esses produtos sejam controlados e ofertados com um padrão mínimo de qualidade e de condições higiênico-sanitárias aos consumidores. 

As amêndoas, castanhas, nozes e frutas secas que não atenderem ao regulamento técnico serão consideradas desconformes e não poderão ser comercializadas, devendo ser repassadas ou destruídas. Para a importação, caso os produtos não atendam aos requisitos estabelecidos na Portaria, somente poderão ser internalizadas após atendidas as exigências determinadas pelo órgão fiscalizador, podendo ainda ser devolvidas para a origem ou destruídas. 

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Fonte: AgroPlus

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